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Literatura em 140 caracteres
- by Diovana
A Twitteratura é uma forma narrativa que surgiu junto com o Twitter, uma das ferramentas da web 2.0. Como o nome já diz, é literatura feita sob os moldes do Twitter, levando em conta a sua característica narrativa principal, o limite dos 140 caracteres.
Alguns estudiosos não aprovam este conceito de literatura. Alguns também denominam este formato textual como microconto. Seja lá como é chamada, a Twitteratura já ultrapassou os limites da web. Ela chegou aos livros. Como é o caso da coleção “Clássicos da Literatura Brasileira”, lançada no dia 15 deste mês, que é constituída de tweets de 15 autores famosos da rede social.
Aproveitando esta nova “moda”, o Shopping Praia da Costa lançou neste ano a terceira edição de um concurso de microcontos, a “3ª Twitteratura do Praia”. Os participantes enviaram microcontos com no máximo 140 caracteres. E mais, os fragmentos deveriam ter início, meio e fim.
Quem quiser ler mais sobre o assunto, um meio de pesquisa pode ser o Mapa Colaborativo da Twitteratura, realizado por uma jornalista mineira.
E, para finalizar, resolvi entrar no clima, e criei um microconto também. Aí está:
Entraram. Os olhares eram como faíscas. A saudação como um golpe. O respirar, uma batalha. Contidos, saíram no sexto andar.
Até mais!
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Empresas nas redes sociais: positivo ou negativo?
- by Diovana
A presença das empresas nas redes sociais é fundamental nos dias de hoje. Estar na mídia possui uma abrangência enorme. É sinônimo de atualização, credibilidade e até mesmo de existência. De acordo com o site do IBOPE, três pesquisas feitas no Brasil apontaram que as mídias sociais, como Facebook, Twitter e Orkut, estão presentes em 70% das empresas.
Mas esta atuação não resulta apenas em benefícios para a empresa. Uma marca pode sujeitar-se à depreciação apenas por estar presente nas redes sociais. Tratando-se do Twitter, por exemplo, o site IDG Now diz que 7% das mensagens que mencionam marcas promovem a abordagem de forma negativa; 11% dos tweets falam positivamente e 82% são neutros. Apesar de a porcentagem depreciativa ser pequena, há a sua parcela.
A utilização indevida das redes sociais também pode sentenciar a imagem da empresa. Um exemplo pode ser o excesso de informações e de aproximação com o seu público ou mesmo o conteúdo mal elaborado. Para que isso seja evitado, é necessário estudar e compreender alguns elementos importantes, tais como o perfil da empresa e de seu público-alvo, além da mídia utilizada.
Mas existe também uma outra perspectiva acerca do tema, que considera apenas um fato importante: estar na mídia, independente se estão falando mal ou bem da marca. Isto é, “falem bem, falem mal, mas falem de mim.” O negócio é aparecer. E, dependendo do perfil da marca e também da situação, o artifício pode não só ser conveniente como pode produzir resultados muito positivos. Mesmo as mensagens sendo depreciativas, o nome da empresa está rolando, está sendo divulgado.
As empresas, então, apesar de estarem sujeitas à desvalorização, podem mobilizar-se para se dar bem nas novas mídias, sem perdas. Basta apenas saber conduzir. E alguns fatores indispensáveis que eu destaco são: o investimento em profissionais capacitados e a utilização de estratégias inteligentes que se encaixem com a mídia em questão. No Twitter de algumas grandes empresas, por exemplo, são notados artifícios diferenciados que fogem ao que muitas empresas fazem, de forma inadequada, que é a utilização da rede como uma espécie de assessoria de imprensa.
E como exemplo de tudo o que acabei de falar, segue abaixo uma séries de tweets que eu mesma fiz quando me irritei com a operadora Vivo, na tentativa de divulgar as ações antiéticas da empresa. Mas, pelo visto, talvez eu não tenha atingido o meu objetivo.
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Redes sociais dominam a cabeça das empresas
- by Marcelle Desteffani
Já é nítida a crescente procura das empresas por redes sociais. Elas aderem cada vez mais às ferramentas como twitter, orkut, facebook e tantos outros, para atingir seu público que está cada dia mais ligado no fenômeno de crescimento vertiginoso: a internet.
Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos comprova a intenção de 66% dos anunciantes em investir em mídia social em 2010. Cerca de mil pessoas participaram do levantamento. Entre os que afirmaram destinar verba para redes sociais, 40% planejam transferir mais 1/5 dos orçamentos de marketing direto para o marketing ambientado nas ferramentas de mídia social. O foco de 36% dos entrevistados é investir em monitoramento e ferramentas de análise no ambiente digital.
No Brasil não é muito diferente. Segundo reportagem da Globo News, cerca de 20 milhões de pessoas acessam as redes sociais com certa frequência. E os dados mostram que 90,1% usam as redes sociais para pesquisar sobre um serviço ou produto antes de comprar, 28% fazem reclamações e 42,9% recomendam empresas e serviços. Além disso, 17% das empresas no Brasil possuem áreas para cuidar de perfis em redes sociais.
Elas investem nessa área principalmente para manter contato mais direto com o cliente. Outra funcionalidade que tem assumido é a de estudar o perfil dos profissionais que pretendem contratar. Por isso é importante ter cuidado com o conteúdo disponibilizado nas páginas pessoais.
Empresas e instituições criaram uma nova utilidade para o “What’s happening”? e o “No que você está pensando agora”. E vão além: buscam a divulgação da informação relevante para fidelizar seu cliente e conquistar novos públicos.
Na primeira palestra do Projeto 3 em 1, Mônica Debanné, destacou que no mercado capixaba, cada vez mais os clientes querem saber o que é uma rede social e o interesse por se inserir nelas cresce.
Na empresa em que trabalho, por exemplo, alguns clientes já estão aderindo às novas redes. Uns possuem perfil no twitter e os que ainda não tem já querem se inserir no meio porque enxergam como uma boa forma de pesquisa de mercado, além de ser um jeito barato e eficaz de fazer propaganda e divulgar as informações pertinentes. Para nós, futuros jornalistas, é essencial já ir se adaptando à nova realidade de produzir conteúdo rápido, preciso e impactante.
As empresas de comunicação social capixabas já estão de olho nesse novo nicho de mercado e grande parte delas já inseriu seus clientes nessa. Sinal de que quem adere às inovações está um passo a frente e tem mais chance de crescer.
@marcellemar
Será o fim da assessoria de imprensa?
- by Darshany Loyola
Calma, antes que joguem uma pedra em mim, vou esclarecer que é um post para levantar discussões, e não para dizer “é isso e acabou”. Dito isso, vamos lá.
Todos que estudam e trabalham dentro da Comunicação, estão acostumados com o modelo “quadrado” da assessoria de imprensa. Não disse que é ruim e ineficaz. Pelo contrário. É tão eficiente, que uma das poucas áreas em que o jornalista pode ter um salário melhor é a assessoria de imprensa. Digo modelo quadrado, pois é aquele velho método baseado na produção de press releases. Não vou aprofundar no assunto “como fazer assessoria”. Para quem não entende, vamos dizer que o press release é o produto final, basicamente um texto em que o assessor divulga o seu cliente.
Tweet isto!Seu Tweet vale um centavo?
- by Yuri Barichivich
Hoje voltaremos ao assunto do Twitter, um tanto quanto freqüente ultimamente. Todos sabem que o Twitter é uma poderosa ferramenta de propaganda de massa, se bem utilizado. Já abordei o tema da propaganda viral por meio do spam em outro post, agora vamos ver uma novidade que está em estado BETA, à segunda “rodada” de testes que é quando o produto é lançado para testes para o público. Essa ferramenta se chama TwittePaga.
Tweet isto!Blog + Twitter = receita de sucesso
- by Darshany Loyola
Apesar da popularização do Twitter, o uso de blogs ainda é crescente. Ao contrário do que acreditavam, o espaço de 140 caracteres não substituiu o velho método de postagem, e sim complementou. Um exemplo disso é o jornalista Paulo Terron, editor da revista Rolling Stone Brasil. O cara tem um blog pessoal (o With Lasers!), no qual sempre publica informações do cenário musical e cinematográfico. E, além do seu twitter pessoal, ele também tem um twitter do blog, no qual posta notícias rápidas, mas que chamam o leitor a visitar o seu blog. Read this article »
Tweet isto!Ciberativismo e Eleições
- by Yuri Barichivich
Essa semana falarei sobre como o ciberativismo poderá afetar as eleições presidenciais no Brasil. Como já vimos há alguns meses, o ciberativismo, por meio de smart mobs, promoveu no Twitter uma campanha pela democracia no Irã, após as fraudulentas eleições que ocorreram no país de governo totalitarista. O recente conflito pós-eleições no Irã é um exemplo de como as mídias sociais podem ser usadas como ferramentas para driblar a censura de regimes autoritários.
Certo, mas o que de fato isso influenciou? Read this article »
Tweet isto!Uma breve apresentação e a volta do ICQ
- by Darshany Loyola
Não sei se é necessário me apresentar, uma vez que meu perfil vai aparecer em algum lugar ali embaixo. Mas é interessante avisar duas coisas:
1) O Mário me chamou para escrever sobre comunicação.
2) Comunicação envolve muitas coisas.
Fiquei pensando por uns dias, tentando definir um tema dentro da Comunicação que fosse relevante para quem acompanha o site da Ecos. Mas como eu disse, são muitas coisas e a tarefa não é fácil. Buscando a tal facilidade (porque às vezes eu sou preguiçosa), fui para o caminho mais óbvio: minha iniciação científica, cuja pesquisa aborda a blogosfera no Brasil. Read this article »
Tweet isto!Interatividade na cobertura de eventos.
- by Ecos Jr
Há quase exatamente mais de um ano, quando ainda eramos calouros, eu e o @ronalson discutíamos sobre a cobertura online de eventos aqui no estado. Muita coisa rolou depois disso, muitos eventos aconteceram e algumas coisas melhoraram.
Os exemplos mais legais de interação que posso citar aqui são o Fórum de Mídia Livre e a Semana de Foto. Ambos utilizam as mesmas tecnologias que, by the way, são gratuitas e simples de serem utilizadas: a transmissão ao vivo por streaming e o Twitter.
Para se transmitir ao vivo não é necessário nada mais do que uma câmera de vídeo (que pode ser muito bem uma webcam) plugada em um computador e uma conexão à internet. Daí basta criar uma conta em sites como Justin.tv, Livestream, Freedocast ou UStream que eles dão conta do recado.
A partir disso seu evento estará disponível para todos assistirem. E agora que entra a parte do Twitter.
Geralmente o que se faz é criar uma hashtag, que nada mais é do que uma palavra antecedida pelo símbolo “#“. O que essa tal de hashtag faz é agregar as mensagens nas quais ela está inserida.
Exemplificando: nas mensagens da Semana de Foto nós utilizamos a hashtag #semanadefoto. Então quando alguém clicar no #semanadefoto em algum twit, ela verá todas as mesagens que, de alguma forma, têm relação com a Semana de Foto.
Dessa forma fica muito mais fácil acompanhar o que está sendo discutindo no evento, fazer perguntas, comentar, reclamar do som entre outras coisas.
Pra finalizar, vale lembrar que as incrições para o Fórum de Mídia Livre estão abertas. Para participar veja a programação aqui faça sua inscrição aqui.
#beijoschorameliga
Tweet isto!What are you doing?
- by Mailson Dutra Soares

Inspirado em um software para rastreamento de táxis surge em março de 2006 o maior sucesso digital da atualidade: o Twitter. Criado pelo Norte Americano Jack Dorsey (@jack) a rede social twitter possui cerca de 44,5 milhões de usuários dos quais cinco milhões são brasileiros, todos com a finalidade de responder, em no máximo 140 caracteres uma pergunta: What are you doing?. Mas o twitter está longe de ser apenas uma rede social. Como afirma o próprio criador: “o twitter, é uma ferramenta de comunicação”. Seu uso se estende desde interação de empresas com clientes, troca de links, partilha de interesses, distribuição de notícias à mecanismo de chat com uma forma mais informal.
O sucesso do uso do twitter como ferramenta de divulgação é incontestável. É claro que é preciso saber como comunicar; saber o que dizer, a quem dizer e em qual hora dizer, é fundamental. De nada vale a ferramenta se o quem o manuseia não o faz de maneira correta. Quer divulgar algo hoje? Não me conteria em te indicar o twitter, apesar de ainda haver um número considerado de pessoas que desconhecem ou reprovam o uso do twitter.
De acordo com algumas pesquisas 92% das pessoas vão à rede atrás de informação, e 97% clicam nos links postados, logo, em cada 10 pessoas que te seguem cerca de nove leram o que você está dizendo. Acredito que um dos grandes fatores que determinam esses incríveis números é o limite de se escrever em 140 caracteres. Está aí a sacada do Twiter: mensagem curta e direta. Uma frase mais um link, simples assim.
Há casos e casos de sucesso com o uso da ferramenta como o da empresa de computadores Dell (@DellOutlet) que gerou uma quantia de $3 milhões em vendas pelo twitter. Um representante da empresa afirma que “receita para o sucesso são as promoções exclusivas feitas para o Twitter e que os usuários tem espalhado a notícias para os seus contatos gerando um grande buzz através de inúmeros re-tweets.”
O fato é que mudou a forma de compra. A facilidade de comprar pela internet tornou hábito para grande parte da sociedade, logo, a forma de vender deve acompanhar esse avanço do comportamento social.
Mas nada melhor do que sentir na pele o ‘’efeito-twitter’’. Nós da Ecos Jr. nos surpreendemos, ao constatar que no primeiro dia em que o site da empresa estava no ar, tivemos mais de 800 visitas. Grande parte (eu diria uns 90%) ocasionada pela divulgação no “Santo Twitter”.
Bom, agora é esperar e ver se o twitter não é mais uma modinha que está destinada a acabar, assim como o também tão popularizado Second Life, (uma mistura de simulador, rede social e comércio virtual) que teve seu auge em 2007 e ocasionou uma corrida de empresas inaugurando suas sedes virtuais que hoje são terrenos abandonados.
@mailsondutras
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