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Publicidade no Governo
- by Krystofer Cipriano
Visando a importância de nós, estudantes de comunicação (mais especificamente os de publicidade) sabermos do que anda rolando no universo da propaganda, eu queria compartilhar essa notícia com a galera. E claro, é um assunto que interessa a qualquer cidadão brasileiro, é nosso dinheiro, gente! Confiram do que eu estou falando, lendo a matéria abaixo.
Planalto abre ‘fase Dilma’ na publicidade
“A Secretaria de Comunicação da Presidência (Secom) recebeu ontem propostas de 28 agências de publicidade que vão disputar a licitação para fazer a propaganda do governo federal pelos próximos cinco anos. Das 28, serão selecionadas três, que vão dividir a verba publicitária de R$ 150 milhões por ano. O valor não será dividido igualmente entre as três empresas vencedoras, já que, para cada propaganda, haverá uma nova disputa entre as três, com objetivo de assegurar a melhor qualidade do material, de acordo com a Secom.
O pacote e valor dizem respeito apenas à propaganda institucional. A publicidade de utilidade pública, como as campanhas de vacinação, estão em outro pacote. A propaganda das estatais também. Ao todo, os gastos com publicidade do governo e de suas empresas atingem aproximadamente R$ 1 bilhão.
A expectativa é de que, até o início de dezembro, as três agências de publicidade que atenderão ao governo federal até 2016 sejam conhecidas. ”
Fonte: Estadão
E para descontrair, queria compartilhar uma imagem bem bacana, fiquei brincando com ela um tempão. É só olhar para o ponto no centro da imagem enquanto a barrinha carrega e depois você poderá ver a imagem originalmente em preto e branca, colorida.
Tweet isto!Pau que nasce torto…
- by Ana Clara Magnago
Em tempos de campanha eleitoral, muitos temas que interessam à sociedade brasileira são discutidos sob diversas perspectivas para que se possa entender como os presidenciáveis encaram certas questões e, principalmente, como eles as resolveriam. Infelizmente, o atual cenário da política brasileira transforma o que foi descrito acima numa quimera. Estou prestes a acreditar que não existe política, apenas politicagem. Já que os temas levantados atualmente são tratados como se fossem parte do show business que é a corrida do segundo turno.
O que me leva a pensar no papel que os marketeiros têm nesse circo onde só existe platéia, não existe palhaço. Sim. É isso mesmo. Resignamo-nos ao nosso papel de espectadores. Nós estamos muito acostumados a falar mal e ridicularizar os nossos representantes, mas esquecemos que fomos nós quem os elegemos. Não gostamos do rumo da campanha política, no entanto todo mundo quer dar seu pitaco a respeito do aborto, por exemplo. E a educação? Outra coisa que todo mundo sabe é que essa tal de educação é essencial para um país crescer. Mas que educação é essa? Qual é a educação que os presidenciáveis querem implantar? Construir escolas? Melhorar a qualificação dos professores? Investir em tecnologia? Será que sabemos se o que eles dizem que vão implantar pode mesmo ser feito? São muitas perguntas e temo que a resposta seja uma só.
Eleição é como uma receita de bolo: se começa mal, fica solado. Para evitar todo esse mal-estar, a receita é até bem simples, devemos responder duas perguntas básicas: “que país é esse?” e principalmente “que país queremos que seja esse?”. Reflitam.
Renato Russo, que faleceu há 14 anos, já te perguntou isso. “Que país é esse?”
Tweet isto!Déjà vu?
- by Poliana Pedrini
Quem assistiu aos dois últimos debates presidenciais transmitidos pela Rede Globo talvez nem tenha percebido uma certa coincidência. Além de ter Willian Bonner como o mesmo facilitador, a introdução foi baseada no mesmo texto. Será que apenas o debate é igual? Alguma coisa mudou em 4 ou 8 anos? Confira o vídeo.
Tweet isto!Política: e o que a gente tem a ver com isso?
- by Carina Couto
1..2..3.. 45000 Fulaninho de tal para presidente do Brasil. Passa eleição, volta eleição e os bordões políticos continuam os mesmos. Chatos, sem criatividade e muitos deles beirando o ridículo. Além disso, um horário político sem critérios e sem padrões torna o ato de assistir uma tortura. E o que a maioria de nós faz quando está entediado com algum programa na TV? Muda de Canal. Já que o horário político passa em todos os canais da televisão aberta, só sobra mesmo desligar a TV. Afinal de contas, o que eu tenho a ver com política?
Tudo. É isso o que a gente tem a ver com a política. Se pararmos para pensar, é através dela que o nosso mundo gira, que a nossa economia circula, que as nossas relações sociais são pautadas e, o mais importante, é através da política que exercemos a cidadania.
Puxando o assunto para nós, os jovens, que somos aproximadamente 13 milhões de eleitores (na faixa entre 16 e 20 anos) tenho que admitir que as vezes é um saco ficar vendo candidato por candidato, ouvir as propostas, analisar, etc; e que é muito mais fácil virar as costas e ignorar tudo. Porém, se nossa geração quer ser valorizada e quer ter credibilidade em suas opiniões, é necessário que tenhamos atenção redobrada com a política.
Essa concepção de que a política não é legal, que é coisa de gente mais velha e que é melhor se manter longe dela, vem sendo montada há muito tempo por inúmeras gerações. Assim, é prático para quem está no poder alienar uma população fazendo com que ela mesma não tenha interesse em um assunto tão sério. Sendo muito mais fácil comandar, corromper e dominar um país através das massas de manobra. Por acaso você sabe o que cada cargo que está concorrendo a essa eleição faz? Vou te ajudar um pouco: O governador tem a direção da administração estadual e a representação do Estado em suas relações jurídicas, políticas e administrativas; Os deputados estaduais tem por função elaborar leis que satisfaçam as necessidades sociais do estado e fiscalizar as atividades do poder executivo; Os deputados federais devem criar leis que representem os interesses da sociedade brasileira como um todo. Também têm a função fiscalizadora diante do chefe do poder executivo federal; Os senadores representam os Estados-membros da federação, fiscalizam o presidente da República, avaliam e votam projetos de lei; Por fim, o presidente. A ele cabe coordenar as práticas das atividades administrativas do Estado Federal, fazer com que as leis e decisões judiciais sejam cumpridas.
Isso é só um pouco do que cada cargo faz, e é extremamente importante que cada eleitor saiba disso na hora de analisar para quem seu voto será dado. Se as propostas do candidato escolhido estão de acordo e nas possibilidades do cargo que ele almeja. Não adianta um presidente prometer que vai mudar um país se, para que isso de fato aconteça, ele tenha que percorrer uma série de fatores e aprovações antes. Vamos estudar, analisar, prestar atenção no que está sendo mostrado a nós, afinal, é do nosso futuro que esses políticos estão falando e somos nós que temos o poder de elegê-lo ou não. Vote consciente.
Para terminar, deixo aqui um vídeo do Filipe Neto que achei interessante e que abrange esse tema sobre política. É a opinião dele ali exposta, cabe a você concordar, discordar, e tentar extrair o melhor possível.
Tweet isto!Política do riso
- by Ana Luiza Lopes
Estamos em ano eleitoral e uma peculiaridade deste ano é que o Brasil vai parando quando vem chegando as eleições. Todos os políticos estão trabalhando em suas próprias campanhas, ou ajudando seus amigos a se reelegerem.
É fato que muitas coisas que são prometidas, não poderiam ser cumpridas, entre outros detalhes, como ilustra políticos que buscam a reeleição transformando suas cidades (estados) em canteiros de obras. Dizendo que assim estão fazendo algo em prol do seu território. Porém, devemos acompanhar de perto não só seus atos da atualidade, como também suas atividades do passado, se ele está sendo julgado ou se já foi condenado por crimes. Também é importante saber se suas propostas condizem com a realidade, entre outros aspectos, para que esse cidadão seja considerado um bom político.
Vale ressaltar que existem muitos meios para conhecermos nossos futuros representantes, pesquisando sobre eles em sites confiáveis, dando uma olhada em seu plano de governo e prestando atenção nas propagandas eleitorais gratuitas. Todos que já assistiram pelo menos uma vez sabem que são demoradas e depois de um tempo se tornam massivas. Entretanto, existem alguns indivíduos que alegram a nossa vida, e deixam a propanda eleitoral obrigatória mais divertida. Para quem não as achava tão engraçada, assista a alguns vídeos e diga que não!
Tweet isto!Eleições 2.0
- by Isabella Mariano
Copa é muito bom. Torcer pelo nosso país é maravilhoso, principalmente para os fãs do futebol. Essa disputa, porém, já terminou e a taça, novamente, não foi nossa. Mas, para dar continuidade a esse espírito patriota, é bom relembrar que dia 17 de agosto começará o bombardeamento de propagandas eleitorais por todos os veículos possíveis. E o despreparo de muitos é capaz de fazer ir por água a baixo toda aquela luta pelo voto consciente.
Existem muitas formas de se informar sobre os candidatos. Grupos de discussão, bancos de informação de ONGs e até mesmo uma conversa informal com alguém mais experiente são alternativas às fontes convencionais. Mas não se podem ignorar as futuras propagandas que entram sempre sem pedir licença.
Muito tem se falado da internet como veículo para a propaganda eleitoral. Isso, é claro, seria inevitável. Conhecer o ciberespaço se tornou quase que como uma exigência social. Muitos sites têm se mobilizado, criando mais uma página específica sobre as eleições desse ano. E as assessorias também não param. Os candidatos tem até Twitter e canal no YouTube.
Pensando nisso, quatro portais famosos entre os internautas – IG, MSN, Terra e Yahoo! – idealizaram uma realização conjunta num projeto chamado Debate On-line 2010. Juntos, eles atingem 94% dos usuários da internet, o que democratiza, de certa forma, a informação. O grupo pretendia realizar o primeiro encontro dos candidatos à Presidência da República, feito e transmitido pela internet no Brasil.
Contudo, isso não será possível. Não mais. O debate, que era para ter sido realizado no dia 26 de julho, era uma grande oportunidade para os eleitores esclarecerem muitas de suas dúvidas. Contudo, somente uma candidata havia confirmado presença.
Essa tentativa foi somente uma que não se concretizou. Porém, o eleitor pode ainda se informar em portais como o da UOL ou o próprio site das eleições desse ano (http://www.eleicao2010.net/). Além disso, existem os twitters de todos os candidatos. O mais importante é que todos se informem sem medidas para que no dia 3 de outubro possam exercer sua cidadania de forma mais consciente.
Tweet isto!O jornalismo realmente atende ao interesse público?
- by Marcelle Desteffani
Virou A NOTÍCIA no Espírito Santo nas últimas horas, o caso da coluna “As masmorras de Hartung aparecerão na ONU”, de Elio Gaspari, não publicada no Jornal A Tribuna no último domingo (06). O fato me levou a pensar: até que ponto o jornalismo é imparcial? Na verdade já está mais do que provado, por autores como Adelmo Genro Filho e tantos outros, que isso não é possível. A pergunta melhor seria: até que ponto o meio de comunicação deve expressar sua linha política? Na verdade, o que mais intriga é: o jornalismo é motivado pelo interesse público. Mas, é pelo interesse público que ele trabalha? Read this article »
Tweet isto!Ciberativismo e Eleições
- by Yuri Barichivich
Essa semana falarei sobre como o ciberativismo poderá afetar as eleições presidenciais no Brasil. Como já vimos há alguns meses, o ciberativismo, por meio de smart mobs, promoveu no Twitter uma campanha pela democracia no Irã, após as fraudulentas eleições que ocorreram no país de governo totalitarista. O recente conflito pós-eleições no Irã é um exemplo de como as mídias sociais podem ser usadas como ferramentas para driblar a censura de regimes autoritários.
Certo, mas o que de fato isso influenciou? Read this article »
Tweet isto!Política em 140 caracteres.
- by Yuri Barichivich
Sendo este o primeiro post que faço em colaboração com a Ecos Jr, vou me apresentar e falar um pouco sobre o que vocês me verão escrever por aqui.
Primeiramente, meu profile está ali. Meu nome vocês sabem e curso o segundo período de Comunicação Social na Ufes. Fui convidado pelo Mario Zuany, o atual Presidente da Ecos Jr ou Presidecos, como costumamos brincar, embora acho que ele saiba disso. Read this article »
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