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	<title>Ecos Jr &#187; Mídias Sociais</title>
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	<description>Empresa de Comunicação Social Júnior da UFES</description>
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		<title>Delicioso, criativo e indecente</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Dec 2011 19:11:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiza Dazzi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>
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		<description><![CDATA[As campanhas do Burguer King aqui no Brasil são assim, deliciosas, criativas e algumas até um pouco indecentes como &#8220;Meu primeiro Whooper&#8221; em quem pessoas de diferentes idades e profissões contam da sua primeira vez com o Whooper, o duplo sentido dá um tom engraçado ao comercial e deixa o espectador curioso.
Já &#8220;Whooper Face&#8221; tá [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">As campanhas do Burguer King aqui no Brasil são assim, deliciosas, criativas e algumas até um pouco indecentes como &#8220;Meu primeiro Whooper&#8221; em quem pessoas de diferentes idades e profissões contam da sua primeira vez com o Whooper, o duplo sentido dá um tom engraçado ao comercial e deixa o espectador curioso.</p>
<p style="text-align: justify;">Já &#8220;Whooper Face&#8221; tá mais para criativo. Eu, particularmente, gostaria muito de ter participado dessa campanha. Imagine a embalagem do seu hamburguer personalizada com uma foto sua, bem legal não? A ação foi assim, o cliente pedia seu Whooper e, enquanto esperava, uma foto sua era tirada sem ele saber, impressa na embalagem do seu sanduiche e depois entregue normalmente. As reações foram as mais diversas possíveis. A principal intenção foi a de mostrar a nós, consumidores, que realmente, o lanche que comemos é feito na hora.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso tudo é para consolidar  a imagem de um dos hamburgueres mais famosos entre os americanos, aqui no Brasil onde o Big Mac é tão forte e lembrado. As campanhas dão foco em como as pessoas consomem e se identificam com o Whooper, tentando então trazer esse conceito para nós brasileiros. Os dois videos citados foram produzidas pela agência Ogilvy e vale a pena dar uma conferida:</p>
<p style="text-align: justify;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/vaSrwZzef2A" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/vaSrwZzef2A"></embed></object></p>
<p style="text-align: justify;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/DaN13K5Qm68" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/DaN13K5Qm68"></embed></object></p>
<span class="post-twitter" ><a href="http://twitter.com/home?status=%20%22Delicioso%2C%20criativo%20e%20indecente%22%20http%3A%2F%2Ftinyurl.com%2Fcf86en2" title="Tweet isto!" rel="nofollow">Tweet isto!</a></span>]]></content:encoded>
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		<title>O facebook na vida real</title>
		<link>http://www.ecosjr.com.br/2011/09/27/o-facebook-na-vida-real/</link>
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		<pubDate>Tue, 27 Sep 2011 17:49:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Barbara Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Humor]]></category>
		<category><![CDATA[Mídias]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[interatividade]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Atualmente, muito se discute sobre a invasão das mídias sociais em nosso cotidiano. Dentre essa gigante comunidade de conectados, já é consenso dizer que não há um dia sequer no qual não checamos ou pelo menos nos lembramos das atualizações da nossa rede virtual de amigos. Porém, será que todos aceitariam essa invasão no sentido [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Atualmente, muito se discute sobre a invasão das mídias sociais em nosso cotidiano. Dentre essa gigante comunidade de conectados, já é consenso dizer que não há um dia sequer no qual não checamos ou pelo menos nos lembramos das atualizações da nossa rede virtual de amigos. Porém, será que todos aceitariam essa invasão no sentido literal da palavra?</p>
<p style="text-align: justify;">Assista a esse vídeo que demonstra a reação das pessoas quando o facebook se transporta das telas dos meios eletrônicos diretamente para as esquinas do nosso dia a dia.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/i2QCVs0q-vU&amp;feature" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/i2QCVs0q-vU&amp;feature"></embed></object></p>
<p><a href="http://twitter.com/#!/briinhas">@briinhas</a></p>
<span class="post-twitter" ><a href="http://twitter.com/home?status=%20%22O%20facebook%20na%20vida%20real%22%20http%3A%2F%2Ftinyurl.com%2F5r7goox" title="Tweet isto!" rel="nofollow">Tweet isto!</a></span>]]></content:encoded>
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		<title>Criação em extinção?</title>
		<link>http://www.ecosjr.com.br/2011/07/01/criacao-em-extincao/</link>
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		<pubDate>Sat, 02 Jul 2011 02:15:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nathan Mello</dc:creator>
				<category><![CDATA[Publicidade]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Para quem não entende o porquê de se gastar tanto dinheiro em uma propagada de 30segundos, vale a pena acrescentar que um filme publicitário, para ser de qualidade, precisa ser muito bem amarrado. Além disso, na maioria das vezes, têm efeitos que geralmente não são usados em filmes para o cinema.
Ter idéias de grandes épicos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para quem não entende o porquê de se gastar tanto dinheiro em uma propagada de 30segundos, vale a pena acrescentar que um filme publicitário, para ser de qualidade, precisa ser muito bem amarrado. Além disso, na maioria das vezes, têm efeitos que geralmente não são usados em filmes para o cinema.</p>
<p>Ter idéias de grandes épicos ou de narrativas dramáticas e melódicas, que tem início, meio e fim  em tão pouco tempo, não é tão fácil quanto parece.  Na verdade, não só os vídeos publicitários, mas tudo que envolva a criação publicitária.</p>
<p>Este post na verdade é só uma reintegração,  porque essa semana fizemos uma pesquisa para aula de psicologia social, e descobrimos que cada vez menos  alunos que entram no curso de Publicidade e Propaganda querem seguir a carreira na área de criação. Então estou lançando uma campanha: #SouCriativoEDaí?, e espero que vocês comecem a usar essa hashtag toda vez que postarem algo sobre propaganda, ou simplesmente quando você escrever algo absurdamente criativo! Vamos compartilhar nossa Criatividade!!!</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.ecosjr.com.br/wp-content/uploads/2011/07/Representaçao.jpg"><img class="size-full wp-image-2145 aligncenter" title="Representaçao" src="http://www.ecosjr.com.br/wp-content/uploads/2011/07/Representaçao.jpg" alt="" width="583" height="248" /></a></p>
<p><a href="http://twitter.com/#!/nathanmellos">@nathanmellos</a></p>
<span class="post-twitter" ><a href="http://twitter.com/home?status=%20%22Cria%C3%A7%C3%A3o%20em%20extin%C3%A7%C3%A3o%3F%22%20http%3A%2F%2Ftinyurl.com%2F42f8tmy" title="Tweet isto!" rel="nofollow">Tweet isto!</a></span>]]></content:encoded>
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		<title>Marketing nas Mídias</title>
		<link>http://www.ecosjr.com.br/2011/05/11/o-marketing-na-midia/</link>
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		<pubDate>Thu, 12 May 2011 00:34:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Veronica Tostes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[empresa]]></category>
		<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Com o boom da utilização das mídias sociais ocorreu uma significativa mudança na estrutura de poder da sociedade, pois, segundo nosso querido Google, a possibilidade de gerar conteúdos e influenciar pessoas e decisões deixou de ser exclusividade dos grandes grupos capitalizados, para se tornar comum a qualquer pessoa. Entre os famosos exemplos de mídias sociais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Com o boom da utilização das mídias sociais ocorreu uma significativa mudança na estrutura de poder da sociedade, pois, segundo nosso querido Google, a possibilidade de gerar conteúdos e influenciar pessoas e decisões deixou de ser exclusividade dos grandes grupos capitalizados, para se tornar comum a qualquer pessoa. Entre os famosos exemplos de mídias sociais podemos destacar os blogs, as redes sociais (Orkut, Facebook), os fóruns, os sites de sharing (YouTube, Flickr), entre tantos outros.</p>
<p style="text-align: justify;">E o marketing vem fazendo grande uso dessa ferramenta visando um estreitamento das relações com seus clientes. Mas investir em mídias sociais vai muito além de se cadastrar em dezenas de sites, pois eles não são todos iguais, ou seja, nem todos representam o seu público-alvo. Segundo o site Drop Ship Access para uma empresa ser bem sucedida com marketing de mídia social, ela deve dialogar com o seu público. E isso exige oferecer conteúdo atualizado e interessante, sem entupir o site com anúncios e link.  Portanto, deve ser profissional. Além disso, eles afirmam que é melhor escolher um ou dois sites e concentrar os seus esforços neles do que ficar pulando de um para outro, não fazendo um bom trabalho em qualquer um deles.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas a empresa deve ser extremamente cautelosa quando for fazer uso dessas ferramentas, pois alguns consumidores alegam que a presença de corporações em redes sociais como o Facebook e Twitter, produz conteúdo irrelevante ou invasivo. Jeff Röhrs, diretor de Marketing da ExactTarget lembra que &#8220;Os consumidores sabem muito bem que estão no controle da situação, e podem deletar todas aquelas mensagens que acreditarem serem irrelevantes, abusivas em termos de quantidade, ou invasivas, anulando um dos principais meios de comunicação de Marketing Direto”.</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo assim, é só rodar um pouco pela Internet para podemos encontrar vários bons exemplos de marketing sendo usado nas mídias sociais, que deram certo sem serem chatos ou invasivos, como esse da Ikea:</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/P_K1ti4RU78&amp;feature" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/P_K1ti4RU78&amp;feature"></embed></object></p>
<p style="text-align: justify;">E só para não deixar passar em branco, dia 8 de maio foi o Dia do Profissional de Marketing. Parabéns a todos que atuam e atuarão nessa área!</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.ecosjr.com.br/wp-content/uploads/2011/05/5698198952_861a6e3635_z.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1924" title="5698198952_861a6e3635_z" src="http://www.ecosjr.com.br/wp-content/uploads/2011/05/5698198952_861a6e3635_z.jpg" alt="" width="384" height="640" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://twitter.com/#!/vevetostes">@vevetostes</a></p>
<span class="post-twitter" ><a href="http://twitter.com/home?status=%20%22Marketing%20nas%20M%C3%ADdias%22%20http%3A%2F%2Ftinyurl.com%2F3esp6th" title="Tweet isto!" rel="nofollow">Tweet isto!</a></span>]]></content:encoded>
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		<title>Eleições 2.0</title>
		<link>http://www.ecosjr.com.br/2010/08/14/eleicoes-2-0/</link>
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		<pubDate>Sat, 14 Aug 2010 03:45:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isabella Mariano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídias]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
		<category><![CDATA[eleições]]></category>
		<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Copa é muito bom. Torcer pelo nosso país é maravilhoso, principalmente para os fãs do futebol. Essa disputa, porém, já terminou e a taça, novamente, não foi nossa. Mas, para dar continuidade a esse espírito patriota, é bom relembrar que dia 17 de agosto começará o bombardeamento de propagandas eleitorais por todos os veículos possíveis. E o despreparo de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Copa é muito bom. Torcer pelo nosso país é maravilhoso, principalmente para os fãs do futebol. Essa disputa, porém, já terminou e a taça, novamente, não foi nossa. Mas, para dar continuidade a esse espírito patriota, é bom relembrar que dia 17 de agosto começará o bombardeamento de propagandas eleitorais por todos os veículos possíveis. E o despreparo de muitos é capaz de fazer ir por água a baixo toda aquela luta pelo voto consciente.</p>
<p>Existem muitas formas de se informar sobre os candidatos. Grupos de discussão, bancos de informação de ONGs e até mesmo uma conversa informal com alguém mais experiente são alternativas às fontes convencionais. Mas não se podem ignorar as futuras propagandas que entram sempre sem pedir licença.</p>
<p>Muito tem se falado da internet como veículo para a propaganda eleitoral. Isso, é claro, seria inevitável. Conhecer o ciberespaço se tornou quase que como uma exigência social. Muitos sites têm se mobilizado, criando mais uma página específica sobre as eleições desse ano. E as assessorias também não param. Os candidatos tem até Twitter e canal no YouTube.</p>
<p>Pensando nisso, quatro portais famosos entre os internautas &#8211; IG, MSN, Terra e Yahoo! – idealizaram uma realização conjunta num projeto chamado <a href="http://www.debateonline2010.com.br/" target="_blank">Debate On-line 2010</a>. Juntos, eles atingem 94% dos usuários da internet, o que democratiza, de certa forma, a informação. O grupo pretendia realizar o primeiro encontro dos candidatos à Presidência da República, feito e transmitido pela internet no Brasil.</p>
<p>Contudo, isso não será possível. Não mais. O debate, que era para ter sido realizado no dia 26 de julho, era uma grande oportunidade para os eleitores esclarecerem muitas de suas dúvidas. Contudo, somente uma candidata havia confirmado presença.</p>
<p>Essa tentativa foi somente uma que não se concretizou. Porém, o eleitor pode ainda se informar em portais como o da <a href="http://eleicoes.uol.com.br/" target="_blank">UOL</a> ou o próprio site das eleições desse ano (<a href="http://www.eleicao2010.net/" target="_blank">http://www.eleicao2010.net/</a>). Além disso, existem os twitters de todos os candidatos. O mais importante é que todos se informem sem medidas para que no dia 3 de outubro possam exercer sua cidadania de forma mais consciente.</p>
<p><a href="http://twitter.com/isasfm" target="_blank">@isasfm</a></p>
<span class="post-twitter" ><a href="http://twitter.com/home?status=%20%22Elei%C3%A7%C3%B5es%202.0%22%20http%3A%2F%2Ftinyurl.com%2F2fug2ru" title="Tweet isto!" rel="nofollow">Tweet isto!</a></span>]]></content:encoded>
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		<title>Redes sociais dominam a cabeça das empresas</title>
		<link>http://www.ecosjr.com.br/2010/05/05/redes-sociais-dominam-a-cabeca-das-empresas/</link>
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		<pubDate>Thu, 06 May 2010 01:28:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelle Desteffani</dc:creator>
				<category><![CDATA[colaboradores]]></category>
		<category><![CDATA[facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[orkut]]></category>
		<category><![CDATA[Twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[Já é nítida a crescente procura das empresas por redes sociais. Elas aderem cada vez mais às ferramentas como twitter, orkut, facebook e tantos outros, para atingir seu público que está cada dia mais ligado no fenômeno de crescimento vertiginoso: a internet.
Uma pesquisa  realizada nos Estados Unidos comprova a intenção de 66% dos anunciantes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já é nítida a crescente procura das empresas por redes sociais. Elas aderem cada vez mais às ferramentas como twitter, orkut, facebook e tantos outros, para atingir seu público que está cada dia mais ligado no fenômeno de crescimento vertiginoso: a internet.</p>
<p>Uma pesquisa  realizada nos Estados Unidos comprova a intenção de 66% dos anunciantes em investir em mídia social em 2010. Cerca de mil pessoas participaram do levantamento. Entre os que afirmaram destinar verba para redes sociais, 40% planejam transferir mais 1/5 dos orçamentos de marketing direto para o marketing ambientado nas ferramentas de mídia social. O foco de 36% dos entrevistados é investir em monitoramento e ferramentas de análise no ambiente digital.</p>
<p>No Brasil não é muito diferente. Segundo <a href="http://campidigital.ning.com/video/redes-sociais-sao-vistas-por">reportagem da Globo News</a>,  cerca de 20 milhões de pessoas acessam as redes sociais com certa frequência. E os dados mostram que 90,1% usam as redes sociais para pesquisar sobre um serviço ou produto antes de comprar, 28% fazem reclamações e 42,9% recomendam empresas e serviços. Além disso, 17% das empresas no Brasil possuem áreas para cuidar de perfis em redes sociais.</p>
<p>Elas investem nessa área principalmente para manter contato mais direto com o cliente. Outra funcionalidade que tem assumido é a de estudar o perfil dos profissionais que pretendem contratar. Por isso é importante ter cuidado com o conteúdo disponibilizado nas páginas pessoais.</p>
<p>Empresas e instituições criaram uma nova utilidade para o “<a href="http://www.twitter.com">What’s happening</a>”? e o “<a href="http://www.facebook.com">No que você está pensando agora</a>”. E vão além: buscam a divulgação da informação relevante para fidelizar seu cliente e conquistar novos públicos.</p>
<p>Na primeira palestra do <a href="http://www.projeto3em1.com.br">Projeto 3 em 1</a>, <a href="http://twitter.com/mdebbane">Mônica Debanné</a>, destacou que no mercado capixaba, cada vez mais os clientes querem saber o que é uma rede social e o interesse por se inserir nelas cresce.</p>
<p>Na <a href="http://www.iacomunicacao.com.br">empresa</a> em que trabalho, por exemplo, alguns clientes já estão aderindo às novas redes. Uns possuem perfil no twitter e os que ainda não tem já querem se inserir no meio porque enxergam como uma boa forma de pesquisa de mercado, além de ser um jeito barato e eficaz de fazer propaganda e divulgar as informações pertinentes. Para nós, futuros jornalistas, é essencial já ir se adaptando à nova realidade de produzir conteúdo rápido, preciso e impactante.</p>
<p>As empresas de comunicação social capixabas já estão de olho nesse novo nicho de mercado e grande parte delas já inseriu seus clientes nessa. Sinal de que quem adere às inovações está um passo a frente e tem mais chance de crescer.<br />
<a href="http://www.twitter.com/marcellemar"><br />
@marcellemar</a></p>
<span class="post-twitter" ><a href="http://twitter.com/home?status=%20%22Redes%20sociais%20dominam%20a%20cabe%C3%A7a%20das%20empresas%22%20http%3A%2F%2Ftinyurl.com%2F24bjh9q" title="Tweet isto!" rel="nofollow">Tweet isto!</a></span>]]></content:encoded>
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		<title>Será o fim da assessoria de imprensa?</title>
		<link>http://www.ecosjr.com.br/2010/03/07/sera-o-fim-da-assessoria-de-imprensa/</link>
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		<pubDate>Sun, 07 Mar 2010 22:34:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Darshany Loyola</dc:creator>
				<category><![CDATA[colaboradores]]></category>
		<category><![CDATA[assessoria]]></category>
		<category><![CDATA[assessoria de imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[ecos jr]]></category>
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		<description><![CDATA[Calma, antes que joguem uma pedra em mim, vou esclarecer que é um post para levantar discussões, e não para dizer “é isso e acabou”. Dito isso, vamos lá.
Todos que estudam e trabalham dentro da Comunicação, estão acostumados com o modelo “quadrado” da assessoria de imprensa. Não disse que é ruim e ineficaz. Pelo contrário. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Calma, antes que joguem uma pedra em mim, vou esclarecer que é um post para levantar discussões, e não para dizer “é isso e acabou”. Dito isso, vamos lá.</p>
<p>Todos que estudam e trabalham dentro da Comunicação, estão acostumados com o modelo “quadrado” da assessoria de imprensa. Não disse que é ruim e ineficaz. Pelo contrário. É tão eficiente, que uma das poucas áreas em que o jornalista pode ter um salário melhor é a assessoria de imprensa. Digo modelo quadrado, pois é aquele velho método baseado na produção de press releases. Não vou aprofundar no assunto “como fazer assessoria”. Para quem não entende, vamos dizer que o press release é o produto final, basicamente um texto em que o assessor divulga o seu cliente.</p>
<p><span id="more-559"></span></p>
<p>Na própria Ecos Jr. esse modelo é usado (ou era, pelo menos na minha época). É o jeito que aprendemos na Universidade, e é o que fazemos nos nossos estágios. Porém, estamos na era 2.0. Estamos vivendo uma revolução nos modos de comunicação, se ainda não repararam. A chegada do Twitter só acelerou esse processo. As informações chegam à qualquer lugar do mundo em questão de segundos. As notícias chegam antes ao microblog do que aos grandes veículos de comunicação – e olha que estou falando de suas versões online. Quantas vezes você soube de alguma tragédia ou algo do tipo, e só horas depois o twitter e o site do grande veículo publicaram? Foram tantas vezes que nem consigo contar.</p>
<p>A imprensa tem utilizado muito o Twitter como fonte. Qualquer pessoa pode divulgar o seu trabalho para seus seguidores, e com certeza haverá um veículo da grande imprensa ali, buscando pautas e fontes. Há quem ache que, por conta disso, a assessoria de imprensa chegará ao fim. É o que dá a entender <a href="http://webinsider.uol.com.br/2010/03/01/midia-social-e-o-fim-do-press-release/">o artigo da jornalista Fernanda Domingues</a>, mas acho que ela foi mal interpretada.</p>
<p>Penso que ela quis dizer, partindo da minha visão, é que é preciso que a assessoria acompanhe essa revolução 2.0. Os profissionais da área precisam se especializar e usar as novas ferramentas. A assessoria de imprensa provavelmente não vai sumir. Não se houver uma integração dos métodos: o velho e o novo.</p>
<p>O press release não é mais tão necessário, mas não é preciso extingui-lo. As novas mídias estão aí para potencializar, e não para eliminar.</p>
<span class="post-twitter" ><a href="http://twitter.com/home?status=%20%22Ser%C3%A1%20o%20fim%20da%20assessoria%20de%20imprensa%3F%22%20http%3A%2F%2Ftinyurl.com%2F2v7pd82" title="Tweet isto!" rel="nofollow">Tweet isto!</a></span>]]></content:encoded>
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		<title>10 coisas que todo jornalista deve saber em 2010</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Jan 2010 12:31:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelle Desteffani</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Comunicação Social]]></category>
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		<description><![CDATA[Lendo coisas na internet nos últimos dias me deparei com: 10 coisas que todo jornalista deve saber em 2010, em Journalism.co.uk. Eu como boa aspirante da profissão, resolvi encarar a leitura e deixo aqui os “conselhos” para todos os outros futuros jornalistas de plantão:
1) Como monitorar o Twitter e outras redes sociais para saber as últimas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lendo coisas na internet nos últimos dias me deparei com: 10 coisas que todo jornalista deve saber em 2010, em <a href="http://www.journalism.co.uk">Journalism.co.uk</a>. Eu como boa aspirante da profissão, resolvi encarar a leitura e deixo aqui os “conselhos” para todos os outros futuros jornalistas de plantão:<span id="more-415"></span></p>
<p>1) Como monitorar o <a href="http://www.twitter.com">Twitter</a> e outras redes sociais para saber as últimas notícias ou conversas em geral na sua área utilizando ferramentas como o <a href="http://www.tweetdeck.com/">TweetDeck</a>. Entenda e use #hashtags.</p>
<p>2) Você está no controle: não seja escravo da tecnologia, torne-a sua escrava. Você precisa desenvolver estratégias para lidar com a sobrecarga de informação: filtro, filtro, filtro!</p>
<p>3) Você é um curador! Gostando disso ou não, parte da sua função será agregar conteúdo. Você terá que recolher, interpretar e arquivar material da internet usando ferramentas como <a href="http://www.publish2.com/">Publish2</a>, <a href="http://www.delicious.com">Delicious</a> e <a href="http://www.stumbleupon.com/">StumbleUpon</a>. Como o <a href="http://www.publish2.com">Publish2</a> coloca: “Ajuda seus leitores a obter notícias de mídias sociais. Mais sinal. Menos ruído”.</p>
<p>4) Criar comunidades e manter a sua atenção estará cada vez mais para baixo nos esforços dos jornalistas. Você já não é capaz de confiar na marca do empregador para atrair a lealdade do leitor num mundo de inconstante e rápida mutação como o online.</p>
<p>5) Competências básicas jornalísticas ainda são essenciais (Ainda bem! Um ponto para os com diploma). Você pode adquirir tantas habilidades multimídias e de programação quanto você quiser. Mas se você não conseguir contar uma história de forma precisa e convincente, ninguém vai querer consumir seu conteúdo.</p>
<p>6) O jornalismo precisa de um modelo de negócios. A realidade da maioria dos jornalistas é que eles não podem existir mais num vácuo, como se o que eles fazem é alguma coisa desconexa da empresa que paga seus salários. Isso não significa comprometer a integridade jornalística ou se transformar em empresário individual, mas sim, significa compreender o negócio que está em jogo e fazê-lo avançar.</p>
<p>7) Você é sua própria marca. Você precisa se construir como uma pessoa online: assim você ganha uma reputação confiável e lhe é permitido construir boas relações com seus leitores e contatos. Maneira óbvia de fazer isso: <a href="http://www.twitter.com">Twitter</a>, <a href="http://www.facebook.com/">Facebook</a>, blogs pessoais. Mas você pode também fazer uma reputação compartilhando o que você está lendo, utilizando sites como <a href="http://www.publish2.com">Publish2</a> e o <a href="http://www.delicious.com">Delicious</a>.</p>
<p>8) Você precisa colaborar! Mashable sugere sete maneiras de organização de notícias que poderia se tornar mais colaborativo fora de sua própria organização. Mas isso também pode significar trabalhar com outros jornalistas em sua própria organização. Aprender e compartilhar novas ideias.</p>
<p>9) Histórias não têm que acabar uma vez que são publicadas online. Não tenha medo de revisar e desenvolver uma história na internet, mas faça isso de forma transparente: mostre as revisões. E não enterre erros. A pressão para publicar rapidamente pode levar a erros, mas se você admiti-los com honestidade e franqueza você só pode ganhar o respeito dos seus leitores.</p>
<p>10) A tecnologia é inevitável. Mas não há nada a temer e qualquer pessoa, de qualquer idade, pode dominar o básico. Se você não fizer nada mais, crie um blog <a href="http://www.wordpress.com">WordPress</a> e experimente modelos e plugins diferentes. Eu prometo que você vai se surpreender com o que você pode conseguir e o que pode aprender no processo.</p>
<p>Férias é uma boa hora pra começar a tentar se enquadrar nesse perfil. Então, mãos à obra!</p>
<p><a href="http://www.twitter.com/marcellemar">@marcellemar</a></p>
<span class="post-twitter" ><a href="http://twitter.com/home?status=%20%2210%20coisas%20que%20todo%20jornalista%20deve%20saber%20em%202010%22%20http%3A%2F%2Ftinyurl.com%2F23oeph3" title="Tweet isto!" rel="nofollow">Tweet isto!</a></span>]]></content:encoded>
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