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Redes sociais dominam a cabeça das empresas

 - by Marcelle Desteffani

Já é nítida a crescente procura das empresas por redes sociais. Elas aderem cada vez mais às ferramentas como twitter, orkut, facebook e tantos outros, para atingir seu público que está cada dia mais ligado no fenômeno de crescimento vertiginoso: a internet.

Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos comprova a intenção de 66% dos anunciantes em investir em mídia social em 2010. Cerca de mil pessoas participaram do levantamento. Entre os que afirmaram destinar verba para redes sociais, 40% planejam transferir mais 1/5 dos orçamentos de marketing direto para o marketing ambientado nas ferramentas de mídia social. O foco de 36% dos entrevistados é investir em monitoramento e ferramentas de análise no ambiente digital.

No Brasil não é muito diferente. Segundo reportagem da Globo News, cerca de 20 milhões de pessoas acessam as redes sociais com certa frequência. E os dados mostram que 90,1% usam as redes sociais para pesquisar sobre um serviço ou produto antes de comprar, 28% fazem reclamações e 42,9% recomendam empresas e serviços. Além disso, 17% das empresas no Brasil possuem áreas para cuidar de perfis em redes sociais.

Elas investem nessa área principalmente para manter contato mais direto com o cliente. Outra funcionalidade que tem assumido é a de estudar o perfil dos profissionais que pretendem contratar. Por isso é importante ter cuidado com o conteúdo disponibilizado nas páginas pessoais.

Empresas e instituições criaram uma nova utilidade para o “What’s happening”? e o “No que você está pensando agora”. E vão além: buscam a divulgação da informação relevante para fidelizar seu cliente e conquistar novos públicos.

Na primeira palestra do Projeto 3 em 1, Mônica Debanné, destacou que no mercado capixaba, cada vez mais os clientes querem saber o que é uma rede social e o interesse por se inserir nelas cresce.

Na empresa em que trabalho, por exemplo, alguns clientes já estão aderindo às novas redes. Uns possuem perfil no twitter e os que ainda não tem já querem se inserir no meio porque enxergam como uma boa forma de pesquisa de mercado, além de ser um jeito barato e eficaz de fazer propaganda e divulgar as informações pertinentes. Para nós, futuros jornalistas, é essencial já ir se adaptando à nova realidade de produzir conteúdo rápido, preciso e impactante.

As empresas de comunicação social capixabas já estão de olho nesse novo nicho de mercado e grande parte delas já inseriu seus clientes nessa. Sinal de que quem adere às inovações está um passo a frente e tem mais chance de crescer.

@marcellemar

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Será o fim da assessoria de imprensa?

 - by Darshany Loyola

Calma, antes que joguem uma pedra em mim, vou esclarecer que é um post para levantar discussões, e não para dizer “é isso e acabou”. Dito isso, vamos lá.

Todos que estudam e trabalham dentro da Comunicação, estão acostumados com o modelo “quadrado” da assessoria de imprensa. Não disse que é ruim e ineficaz. Pelo contrário. É tão eficiente, que uma das poucas áreas em que o jornalista pode ter um salário melhor é a assessoria de imprensa. Digo modelo quadrado, pois é aquele velho método baseado na produção de press releases. Não vou aprofundar no assunto “como fazer assessoria”. Para quem não entende, vamos dizer que o press release é o produto final, basicamente um texto em que o assessor divulga o seu cliente.

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