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	<title>Ecos Jr &#187; Jornalismo</title>
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	<description>Empresa de Comunicação Social Júnior da UFES</description>
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		<title>Redes sociais dominam a cabeça das empresas</title>
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		<pubDate>Thu, 06 May 2010 01:28:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelle Desteffani</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Já é nítida a crescente procura das empresas por redes sociais. Elas aderem cada vez mais às ferramentas como twitter, orkut, facebook e tantos outros, para atingir seu público que está cada dia mais ligado no fenômeno de crescimento vertiginoso: a internet.
Uma pesquisa  realizada nos Estados Unidos comprova a intenção de 66% dos anunciantes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já é nítida a crescente procura das empresas por redes sociais. Elas aderem cada vez mais às ferramentas como twitter, orkut, facebook e tantos outros, para atingir seu público que está cada dia mais ligado no fenômeno de crescimento vertiginoso: a internet.</p>
<p>Uma pesquisa  realizada nos Estados Unidos comprova a intenção de 66% dos anunciantes em investir em mídia social em 2010. Cerca de mil pessoas participaram do levantamento. Entre os que afirmaram destinar verba para redes sociais, 40% planejam transferir mais 1/5 dos orçamentos de marketing direto para o marketing ambientado nas ferramentas de mídia social. O foco de 36% dos entrevistados é investir em monitoramento e ferramentas de análise no ambiente digital.</p>
<p>No Brasil não é muito diferente. Segundo <a href="http://campidigital.ning.com/video/redes-sociais-sao-vistas-por">reportagem da Globo News</a>,  cerca de 20 milhões de pessoas acessam as redes sociais com certa frequência. E os dados mostram que 90,1% usam as redes sociais para pesquisar sobre um serviço ou produto antes de comprar, 28% fazem reclamações e 42,9% recomendam empresas e serviços. Além disso, 17% das empresas no Brasil possuem áreas para cuidar de perfis em redes sociais.</p>
<p>Elas investem nessa área principalmente para manter contato mais direto com o cliente. Outra funcionalidade que tem assumido é a de estudar o perfil dos profissionais que pretendem contratar. Por isso é importante ter cuidado com o conteúdo disponibilizado nas páginas pessoais.</p>
<p>Empresas e instituições criaram uma nova utilidade para o “<a href="http://www.twitter.com">What’s happening</a>”? e o “<a href="http://www.facebook.com">No que você está pensando agora</a>”. E vão além: buscam a divulgação da informação relevante para fidelizar seu cliente e conquistar novos públicos.</p>
<p>Na primeira palestra do <a href="http://www.projeto3em1.com.br">Projeto 3 em 1</a>, <a href="http://twitter.com/mdebbane">Mônica Debanné</a>, destacou que no mercado capixaba, cada vez mais os clientes querem saber o que é uma rede social e o interesse por se inserir nelas cresce.</p>
<p>Na <a href="http://www.iacomunicacao.com.br">empresa</a> em que trabalho, por exemplo, alguns clientes já estão aderindo às novas redes. Uns possuem perfil no twitter e os que ainda não tem já querem se inserir no meio porque enxergam como uma boa forma de pesquisa de mercado, além de ser um jeito barato e eficaz de fazer propaganda e divulgar as informações pertinentes. Para nós, futuros jornalistas, é essencial já ir se adaptando à nova realidade de produzir conteúdo rápido, preciso e impactante.</p>
<p>As empresas de comunicação social capixabas já estão de olho nesse novo nicho de mercado e grande parte delas já inseriu seus clientes nessa. Sinal de que quem adere às inovações está um passo a frente e tem mais chance de crescer.<br />
<a href="http://www.twitter.com/marcellemar"><br />
@marcellemar</a></p>
<span class="post-twitter" ><a href="http://twitter.com/home?status=%20%22Redes%20sociais%20dominam%20a%20cabe%C3%A7a%20das%20empresas%22%20http%3A%2F%2Ftinyurl.com%2F24bjh9q" title="Tweet isto!" rel="nofollow">Tweet isto!</a></span>]]></content:encoded>
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		<title>O jornalismo realmente atende ao interesse público?</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 03:49:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelle Desteffani</dc:creator>
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		<category><![CDATA[A Tribuna]]></category>
		<category><![CDATA[Interesse Público]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Virou A NOTÍCIA no Espírito Santo nas últimas horas, o caso da coluna “As masmorras de Hartung aparecerão na ONU”, de Elio Gaspari, não publicada no Jornal A Tribuna no último domingo (06). O fato me levou a pensar: até que ponto o jornalismo é imparcial? Na verdade já está mais do que provado, por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Virou A NOTÍCIA no Espírito Santo nas últimas horas, o caso da coluna <a href="http://www.sindijornalistases.org.br/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=376&amp;Itemid=51&amp;Itemid=2">“As masmorras de Hartung aparecerão na ONU”, de Elio Gaspari</a>, não publicada no Jornal A Tribuna no último domingo (06). O fato me levou a pensar: até que ponto o jornalismo é imparcial? Na verdade já está mais do que provado, por autores como <a href="http://www.adelmo.com.br/index2.html">Adelmo Genro Filho</a> e tantos outros, que isso não é possível. A pergunta melhor seria: até que ponto o meio de comunicação deve expressar sua linha política? Na verdade, o que mais intriga é: o jornalismo é motivado pelo interesse público. Mas, é pelo interesse público que ele trabalha?<span id="more-563"></span></p>
<p>A justificativa do jornal para a omissão da coluna foi de que houve falhas técnicas. Mas, quais foram elas? No caso ficou claro que as denúncias de presídios superlotados, presos mortos cruelmente e falta de estrutura no sistema carcerário (quase ignoradas pelos meios de comunicação capixaba) são prejudiciais para o Governo. Este, segundo o conteúdo da coluna, passou como omisso e alheio a tudo o que é vivenciado no Espírito Santo em se tratando de sistema prisional.</p>
<p>E A Tribuna abraçou essa ideia e demonstrou pra quem quisesse ver que segrega sim o conteúdo a ser publicado (mas, qual jornal não faz isso?), e o próprio Elio, quando procurado para responder pelo caso, declarou que o motivo da não publicação está bem claro. O jornalista não publicará mais em A Tribuna.</p>
<p>O fato foi <a href="http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/as-masmorras-do-espirito-santo-e-a-coluna-de-gaspari/">notícia nacional</a> e até <a href="http://knightcenter.utexas.edu/blog/?q=pt-br/node/6645">internacional </a>. Um assunto que já deveria ter sido discutido exaustivamente no estado e que vai passar como um feio descuido de um Governo que aos meus olhos não ia tão mau assim. O assunto será levado à a 13ª Reunião Anual do Conselho dos Direitos Humanos da ONU e questão agora é: qual justificativa será oferecida por Paulo Hartung?</p>
<p>Se a imprensa fosse um pouco mais independente um assunto tão importante para a sociedade capixaba não teria passado batido durante o tempo de Hartung no comando estadual. Faltou justificativa do governador, faltou bom senso do jornal, faltou informação para a população. Esta que deveria ser o principal foco dos meios de comunicação, acaba esquecida e desconsidera.<br />
<a href="http://www.twitter.com/marcellemar"><br />
@marcellemar</a></p>
<span class="post-twitter" ><a href="http://twitter.com/home?status=%20%22O%20jornalismo%20realmente%20atende%20ao%20interesse%20p%C3%BAblico%3F%22%20http%3A%2F%2Ftinyurl.com%2F26w98jc" title="Tweet isto!" rel="nofollow">Tweet isto!</a></span>]]></content:encoded>
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		<title>Será o fim da assessoria de imprensa?</title>
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		<pubDate>Sun, 07 Mar 2010 22:34:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Darshany Loyola</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Calma, antes que joguem uma pedra em mim, vou esclarecer que é um post para levantar discussões, e não para dizer “é isso e acabou”. Dito isso, vamos lá.
Todos que estudam e trabalham dentro da Comunicação, estão acostumados com o modelo “quadrado” da assessoria de imprensa. Não disse que é ruim e ineficaz. Pelo contrário. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Calma, antes que joguem uma pedra em mim, vou esclarecer que é um post para levantar discussões, e não para dizer “é isso e acabou”. Dito isso, vamos lá.</p>
<p>Todos que estudam e trabalham dentro da Comunicação, estão acostumados com o modelo “quadrado” da assessoria de imprensa. Não disse que é ruim e ineficaz. Pelo contrário. É tão eficiente, que uma das poucas áreas em que o jornalista pode ter um salário melhor é a assessoria de imprensa. Digo modelo quadrado, pois é aquele velho método baseado na produção de press releases. Não vou aprofundar no assunto “como fazer assessoria”. Para quem não entende, vamos dizer que o press release é o produto final, basicamente um texto em que o assessor divulga o seu cliente.</p>
<p><span id="more-559"></span></p>
<p>Na própria Ecos Jr. esse modelo é usado (ou era, pelo menos na minha época). É o jeito que aprendemos na Universidade, e é o que fazemos nos nossos estágios. Porém, estamos na era 2.0. Estamos vivendo uma revolução nos modos de comunicação, se ainda não repararam. A chegada do Twitter só acelerou esse processo. As informações chegam à qualquer lugar do mundo em questão de segundos. As notícias chegam antes ao microblog do que aos grandes veículos de comunicação – e olha que estou falando de suas versões online. Quantas vezes você soube de alguma tragédia ou algo do tipo, e só horas depois o twitter e o site do grande veículo publicaram? Foram tantas vezes que nem consigo contar.</p>
<p>A imprensa tem utilizado muito o Twitter como fonte. Qualquer pessoa pode divulgar o seu trabalho para seus seguidores, e com certeza haverá um veículo da grande imprensa ali, buscando pautas e fontes. Há quem ache que, por conta disso, a assessoria de imprensa chegará ao fim. É o que dá a entender <a href="http://webinsider.uol.com.br/2010/03/01/midia-social-e-o-fim-do-press-release/">o artigo da jornalista Fernanda Domingues</a>, mas acho que ela foi mal interpretada.</p>
<p>Penso que ela quis dizer, partindo da minha visão, é que é preciso que a assessoria acompanhe essa revolução 2.0. Os profissionais da área precisam se especializar e usar as novas ferramentas. A assessoria de imprensa provavelmente não vai sumir. Não se houver uma integração dos métodos: o velho e o novo.</p>
<p>O press release não é mais tão necessário, mas não é preciso extingui-lo. As novas mídias estão aí para potencializar, e não para eliminar.</p>
<span class="post-twitter" ><a href="http://twitter.com/home?status=%20%22Ser%C3%A1%20o%20fim%20da%20assessoria%20de%20imprensa%3F%22%20http%3A%2F%2Ftinyurl.com%2F2v7pd82" title="Tweet isto!" rel="nofollow">Tweet isto!</a></span>]]></content:encoded>
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		<title>Eis a questão: os jornais impressos vão morrer?</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 20:17:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ecos Jr</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sempre que  um novo meio de comunicação aparece, automaticamente decreta-se o  fim de um tipo de mídia anterior. Cronologicamente falando, foi assim  quando surgiu a primeira ameaça, o rádio, logo depois a televisão,  e por fim, a internet. E o questionamento que sempre acompanhou essas  novas formas de fazer jornalismo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sempre que  um novo meio de comunicação aparece, automaticamente decreta-se o  fim de um tipo de mídia anterior. Cronologicamente falando, foi assim  quando surgiu a primeira ameaça, o rádio, logo depois a televisão,  e por fim, a internet. E o questionamento que sempre acompanhou essas  novas formas de fazer jornalismo foi: os jornais impressos sobreviverão  em meio a essas novas mídias?<span id="more-471"></span></p>
<p>Há quem  acredite que essas três formas de “mídias instantâneas” levam  grande vantagem perante a mídia impressa, estática e imutável após  sua finalização. Há também aqueles que acham que a questão é somente  de uma diferença de leitores: o leitor de internet é muito mais seletivo  e direto do que o leitor dos jornais impressos.  Porém, manuseando  fatos, não se pode mais negar que os jornais impressos estão, sim,  ameaçados.</p>
<p>De acordo com  dados do Instituto Verificador de Circulação (IVC), caiu 6,9% a circulação  somada dos 20 maiores jornais diários brasileiros em 2009 e apenas  seis conseguiram melhorar seus desempenhos. Onze títulos viram seus  números encolherem durante 2009, entre eles os maiores nomes do país,  como O Dia (-31,7%), O Estado de S. Paulo (-13,5%), O Globo (-8,6%)  e Folha de S. Paulo (-5%), que, figura na liderança com média diária  de 295 mil exemplares.</p>
<p>O pouco que  se tem a fazer para evitar maiores quedas é dividir públicos  e direcionar informações. Os jornais não serão mais como conhecemos.  Enquanto lemos na internet o que está acontecendo agora, nos jornais  iremos ter um maior aprofundamento daquele conteúdo. Até porque na  internet não há como disponibilizar textos com mais de 20 mil caracteres  para que sejam lidos em um monitor. Logo, uma das melhores plataformas  para isso são os jornais de papel e revistas. Mesmo tendo perspectivas  ambientais bastante animadoras com os aparelhos como o Kindle, não  há como prever uma proliferação de dispositivos desse tipo para todos  os leitores – pelo menos não no Brasil.</p>
<p>Portanto, o  que funcionaria neste caso seria manter uma redação inteira voltada  para a internet e as notícias imediatas e outra voltada às grandes  reportagens. Assim, o leitor do jornal impresso não sai prejudicado  em termos de completude da informação e quem já soube do primeiro  fato pela internet pode aprofundar seus conhecimentos.</p>
<p><a href="http://www.twitter.com/nataliadevens" target="_blank">@nataliadevens</a></p>
<span class="post-twitter" ><a href="http://twitter.com/home?status=%20%22Eis%20a%20quest%C3%A3o%3A%20os%20jornais%20impressos%20v%C3%A3o%20morrer%3F%22%20http%3A%2F%2Ftinyurl.com%2F2fpvj9j" title="Tweet isto!" rel="nofollow">Tweet isto!</a></span>]]></content:encoded>
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		<title>10 coisas que todo jornalista deve saber em 2010</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Jan 2010 12:31:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelle Desteffani</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação Social]]></category>
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		<description><![CDATA[Lendo coisas na internet nos últimos dias me deparei com: 10 coisas que todo jornalista deve saber em 2010, em Journalism.co.uk. Eu como boa aspirante da profissão, resolvi encarar a leitura e deixo aqui os “conselhos” para todos os outros futuros jornalistas de plantão:
1) Como monitorar o Twitter e outras redes sociais para saber as últimas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lendo coisas na internet nos últimos dias me deparei com: 10 coisas que todo jornalista deve saber em 2010, em <a href="http://www.journalism.co.uk">Journalism.co.uk</a>. Eu como boa aspirante da profissão, resolvi encarar a leitura e deixo aqui os “conselhos” para todos os outros futuros jornalistas de plantão:<span id="more-415"></span></p>
<p>1) Como monitorar o <a href="http://www.twitter.com">Twitter</a> e outras redes sociais para saber as últimas notícias ou conversas em geral na sua área utilizando ferramentas como o <a href="http://www.tweetdeck.com/">TweetDeck</a>. Entenda e use #hashtags.</p>
<p>2) Você está no controle: não seja escravo da tecnologia, torne-a sua escrava. Você precisa desenvolver estratégias para lidar com a sobrecarga de informação: filtro, filtro, filtro!</p>
<p>3) Você é um curador! Gostando disso ou não, parte da sua função será agregar conteúdo. Você terá que recolher, interpretar e arquivar material da internet usando ferramentas como <a href="http://www.publish2.com/">Publish2</a>, <a href="http://www.delicious.com">Delicious</a> e <a href="http://www.stumbleupon.com/">StumbleUpon</a>. Como o <a href="http://www.publish2.com">Publish2</a> coloca: “Ajuda seus leitores a obter notícias de mídias sociais. Mais sinal. Menos ruído”.</p>
<p>4) Criar comunidades e manter a sua atenção estará cada vez mais para baixo nos esforços dos jornalistas. Você já não é capaz de confiar na marca do empregador para atrair a lealdade do leitor num mundo de inconstante e rápida mutação como o online.</p>
<p>5) Competências básicas jornalísticas ainda são essenciais (Ainda bem! Um ponto para os com diploma). Você pode adquirir tantas habilidades multimídias e de programação quanto você quiser. Mas se você não conseguir contar uma história de forma precisa e convincente, ninguém vai querer consumir seu conteúdo.</p>
<p>6) O jornalismo precisa de um modelo de negócios. A realidade da maioria dos jornalistas é que eles não podem existir mais num vácuo, como se o que eles fazem é alguma coisa desconexa da empresa que paga seus salários. Isso não significa comprometer a integridade jornalística ou se transformar em empresário individual, mas sim, significa compreender o negócio que está em jogo e fazê-lo avançar.</p>
<p>7) Você é sua própria marca. Você precisa se construir como uma pessoa online: assim você ganha uma reputação confiável e lhe é permitido construir boas relações com seus leitores e contatos. Maneira óbvia de fazer isso: <a href="http://www.twitter.com">Twitter</a>, <a href="http://www.facebook.com/">Facebook</a>, blogs pessoais. Mas você pode também fazer uma reputação compartilhando o que você está lendo, utilizando sites como <a href="http://www.publish2.com">Publish2</a> e o <a href="http://www.delicious.com">Delicious</a>.</p>
<p>8) Você precisa colaborar! Mashable sugere sete maneiras de organização de notícias que poderia se tornar mais colaborativo fora de sua própria organização. Mas isso também pode significar trabalhar com outros jornalistas em sua própria organização. Aprender e compartilhar novas ideias.</p>
<p>9) Histórias não têm que acabar uma vez que são publicadas online. Não tenha medo de revisar e desenvolver uma história na internet, mas faça isso de forma transparente: mostre as revisões. E não enterre erros. A pressão para publicar rapidamente pode levar a erros, mas se você admiti-los com honestidade e franqueza você só pode ganhar o respeito dos seus leitores.</p>
<p>10) A tecnologia é inevitável. Mas não há nada a temer e qualquer pessoa, de qualquer idade, pode dominar o básico. Se você não fizer nada mais, crie um blog <a href="http://www.wordpress.com">WordPress</a> e experimente modelos e plugins diferentes. Eu prometo que você vai se surpreender com o que você pode conseguir e o que pode aprender no processo.</p>
<p>Férias é uma boa hora pra começar a tentar se enquadrar nesse perfil. Então, mãos à obra!</p>
<p><a href="http://www.twitter.com/marcellemar">@marcellemar</a></p>
<span class="post-twitter" ><a href="http://twitter.com/home?status=%20%2210%20coisas%20que%20todo%20jornalista%20deve%20saber%20em%202010%22%20http%3A%2F%2Ftinyurl.com%2F23oeph3" title="Tweet isto!" rel="nofollow">Tweet isto!</a></span>]]></content:encoded>
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		<title>Até que ponto o jornalismo é imparcial?</title>
		<link>http://www.ecosjr.com.br/2009/11/24/ate-que-ponto-o-jornalismo-e-imparcial/</link>
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		<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 00:06:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelle Desteffani</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Imparcialidade]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Veja]]></category>

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		<description><![CDATA[É incrível como ouço críticas sobre a Revista Veja constantemente. Estive me questionando sobre isso ultimamente. O jornalismo está longe  de alcançar os critérios de objetividade e imparcialidade propostos como pontos fundamentais da profissão. É lógico, o ser humano é subjetivo. Tudo o que pensa e acredita é fruto de convicçoes transmitidas por seus [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É incrível como ouço críticas sobre a Revista Veja constantemente. Estive me questionando sobre isso ultimamente. O jornalismo está longe  de alcançar os critérios de objetividade e imparcialidade propostos como pontos fundamentais da profissão. É lógico, o ser humano é subjetivo. Tudo o que pensa e acredita é fruto de convicçoes transmitidas por seus antepassados e adquiridas ao longo de sua vida.</p>
<p>Mas observemos o caso da Veja. Esta semana a manchete: Lula, o mito, a fita e os fatos, foi estampada para introduzir uma reportagem sobre o filme Lula, o Filho do Brasil. E olhem a linha fina da matéria: “O filme Lula, o Filho do Brasil faz parte de um projeto de endeusamento do presidente, o que, às vésperas de uma eleição, entra na categoria de propaganda política. Lula tem uma bela história de vida, foi um líder sindical de resultados e é um presidente da República eficiente e amado, mas ele só tem a perder se se deixar transformar em mito vivo”. Preciso dizer alguma coisa?<br />
E quem não se recorda da cobertura exaustiva sobre o caso da Isabela Nardoni. O Brasil realmente parou. Nada mais acontecia naquele momento. Na primeira semana após o crime, Veja trouxe seis páginas mostrando outros casos de assassinato. Mas já era assassinato?</p>
<p>Sem contar as adjetivações que a revista empregou em outra reportagem sobre o caso. Anjo para Isabela, monstro para os padrastos, o que delineou o perfil dos suspeitos como culpados antes mesmo do julgamento. Veja, aliada aos outros meios de comunicação causaram nos leitores / espectadores uma comoção sem fim, e confesso, fui contaminada.</p>
<p>Só mais uma para fechar: em 2008 uma das capas recebeu a frase: Quem cheira mata. Tudo bem que os usuários de drogas contribuem para o aumento dos índices de criminalidade, e que boa parte dos assassinatos foram cometidos por pessoas entorpecidas. Mas isso só foi mostrado dentro da revista. Quem para pra ler somente a capa (a maioria dos brasileiros) vê uma coisa totalmente distorcida: todo usuário de droga é assassino.</p>
<p>Não estou aqui para defender os usuários de drogas, muito menos atacar a Veja. Observei o caso da revista somente para levantar as seguintes questões: até que ponto existe imparcialidade no jornalismo? Até onde meus princípios não são atingidos? Deveria-se pensar mais sobre: o que eu acredito é valido para a maioria das pessoas? O que falta realmente no jornalismo (além de muitas outras coisas) é um pouco mais de senso crítico, de auto-observação. Fica a dica aos futuros jornalistas, assim como eu.</p>
<p>@marcellemar</p>
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