<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Ecos Jr &#187; jornais</title>
	<atom:link href="http://www.ecosjr.com.br/tag/jornais/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.ecosjr.com.br</link>
	<description>Empresa de Comunicação Social Júnior da UFES</description>
	<lastBuildDate>Tue, 27 Jul 2010 14:58:32 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.9.1</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Será o fim da assessoria de imprensa?</title>
		<link>http://www.ecosjr.com.br/2010/03/07/sera-o-fim-da-assessoria-de-imprensa/</link>
		<comments>http://www.ecosjr.com.br/2010/03/07/sera-o-fim-da-assessoria-de-imprensa/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 07 Mar 2010 22:34:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Darshany Loyola</dc:creator>
				<category><![CDATA[colaboradores]]></category>
		<category><![CDATA[assessoria]]></category>
		<category><![CDATA[assessoria de imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[ecos jr]]></category>
		<category><![CDATA[imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[jornais]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Novas Mídias]]></category>
		<category><![CDATA[press release]]></category>
		<category><![CDATA[Twitter]]></category>
		<category><![CDATA[web 2.0]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.ecosjr.com.br/?p=559</guid>
		<description><![CDATA[Calma, antes que joguem uma pedra em mim, vou esclarecer que é um post para levantar discussões, e não para dizer “é isso e acabou”. Dito isso, vamos lá.
Todos que estudam e trabalham dentro da Comunicação, estão acostumados com o modelo “quadrado” da assessoria de imprensa. Não disse que é ruim e ineficaz. Pelo contrário. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Calma, antes que joguem uma pedra em mim, vou esclarecer que é um post para levantar discussões, e não para dizer “é isso e acabou”. Dito isso, vamos lá.</p>
<p>Todos que estudam e trabalham dentro da Comunicação, estão acostumados com o modelo “quadrado” da assessoria de imprensa. Não disse que é ruim e ineficaz. Pelo contrário. É tão eficiente, que uma das poucas áreas em que o jornalista pode ter um salário melhor é a assessoria de imprensa. Digo modelo quadrado, pois é aquele velho método baseado na produção de press releases. Não vou aprofundar no assunto “como fazer assessoria”. Para quem não entende, vamos dizer que o press release é o produto final, basicamente um texto em que o assessor divulga o seu cliente.</p>
<p><span id="more-559"></span></p>
<p>Na própria Ecos Jr. esse modelo é usado (ou era, pelo menos na minha época). É o jeito que aprendemos na Universidade, e é o que fazemos nos nossos estágios. Porém, estamos na era 2.0. Estamos vivendo uma revolução nos modos de comunicação, se ainda não repararam. A chegada do Twitter só acelerou esse processo. As informações chegam à qualquer lugar do mundo em questão de segundos. As notícias chegam antes ao microblog do que aos grandes veículos de comunicação – e olha que estou falando de suas versões online. Quantas vezes você soube de alguma tragédia ou algo do tipo, e só horas depois o twitter e o site do grande veículo publicaram? Foram tantas vezes que nem consigo contar.</p>
<p>A imprensa tem utilizado muito o Twitter como fonte. Qualquer pessoa pode divulgar o seu trabalho para seus seguidores, e com certeza haverá um veículo da grande imprensa ali, buscando pautas e fontes. Há quem ache que, por conta disso, a assessoria de imprensa chegará ao fim. É o que dá a entender <a href="http://webinsider.uol.com.br/2010/03/01/midia-social-e-o-fim-do-press-release/">o artigo da jornalista Fernanda Domingues</a>, mas acho que ela foi mal interpretada.</p>
<p>Penso que ela quis dizer, partindo da minha visão, é que é preciso que a assessoria acompanhe essa revolução 2.0. Os profissionais da área precisam se especializar e usar as novas ferramentas. A assessoria de imprensa provavelmente não vai sumir. Não se houver uma integração dos métodos: o velho e o novo.</p>
<p>O press release não é mais tão necessário, mas não é preciso extingui-lo. As novas mídias estão aí para potencializar, e não para eliminar.</p>
<span class="post-twitter" ><a href="http://twitter.com/home?status=%20%22Ser%C3%A1%20o%20fim%20da%20assessoria%20de%20imprensa%3F%22%20http%3A%2F%2Ftinyurl.com%2F2v7pd82" title="Tweet isto!" rel="nofollow">Tweet isto!</a></span>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.ecosjr.com.br/2010/03/07/sera-o-fim-da-assessoria-de-imprensa/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Eis a questão: os jornais impressos vão morrer?</title>
		<link>http://www.ecosjr.com.br/2010/02/05/eis-a-questao-os-jornais-impressos-vao-morrer/</link>
		<comments>http://www.ecosjr.com.br/2010/02/05/eis-a-questao-os-jornais-impressos-vao-morrer/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 20:17:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ecos Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[impresso]]></category>
		<category><![CDATA[jornais]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.ecosjr.com.br/?p=471</guid>
		<description><![CDATA[Sempre que  um novo meio de comunicação aparece, automaticamente decreta-se o  fim de um tipo de mídia anterior. Cronologicamente falando, foi assim  quando surgiu a primeira ameaça, o rádio, logo depois a televisão,  e por fim, a internet. E o questionamento que sempre acompanhou essas  novas formas de fazer jornalismo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sempre que  um novo meio de comunicação aparece, automaticamente decreta-se o  fim de um tipo de mídia anterior. Cronologicamente falando, foi assim  quando surgiu a primeira ameaça, o rádio, logo depois a televisão,  e por fim, a internet. E o questionamento que sempre acompanhou essas  novas formas de fazer jornalismo foi: os jornais impressos sobreviverão  em meio a essas novas mídias?<span id="more-471"></span></p>
<p>Há quem  acredite que essas três formas de “mídias instantâneas” levam  grande vantagem perante a mídia impressa, estática e imutável após  sua finalização. Há também aqueles que acham que a questão é somente  de uma diferença de leitores: o leitor de internet é muito mais seletivo  e direto do que o leitor dos jornais impressos.  Porém, manuseando  fatos, não se pode mais negar que os jornais impressos estão, sim,  ameaçados.</p>
<p>De acordo com  dados do Instituto Verificador de Circulação (IVC), caiu 6,9% a circulação  somada dos 20 maiores jornais diários brasileiros em 2009 e apenas  seis conseguiram melhorar seus desempenhos. Onze títulos viram seus  números encolherem durante 2009, entre eles os maiores nomes do país,  como O Dia (-31,7%), O Estado de S. Paulo (-13,5%), O Globo (-8,6%)  e Folha de S. Paulo (-5%), que, figura na liderança com média diária  de 295 mil exemplares.</p>
<p>O pouco que  se tem a fazer para evitar maiores quedas é dividir públicos  e direcionar informações. Os jornais não serão mais como conhecemos.  Enquanto lemos na internet o que está acontecendo agora, nos jornais  iremos ter um maior aprofundamento daquele conteúdo. Até porque na  internet não há como disponibilizar textos com mais de 20 mil caracteres  para que sejam lidos em um monitor. Logo, uma das melhores plataformas  para isso são os jornais de papel e revistas. Mesmo tendo perspectivas  ambientais bastante animadoras com os aparelhos como o Kindle, não  há como prever uma proliferação de dispositivos desse tipo para todos  os leitores – pelo menos não no Brasil.</p>
<p>Portanto, o  que funcionaria neste caso seria manter uma redação inteira voltada  para a internet e as notícias imediatas e outra voltada às grandes  reportagens. Assim, o leitor do jornal impresso não sai prejudicado  em termos de completude da informação e quem já soube do primeiro  fato pela internet pode aprofundar seus conhecimentos.</p>
<p><a href="http://www.twitter.com/nataliadevens" target="_blank">@nataliadevens</a></p>
<span class="post-twitter" ><a href="http://twitter.com/home?status=%20%22Eis%20a%20quest%C3%A3o%3A%20os%20jornais%20impressos%20v%C3%A3o%20morrer%3F%22%20http%3A%2F%2Ftinyurl.com%2F2fpvj9j" title="Tweet isto!" rel="nofollow">Tweet isto!</a></span>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.ecosjr.com.br/2010/02/05/eis-a-questao-os-jornais-impressos-vao-morrer/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
