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	<title>Ecos Jr &#187; impresso</title>
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	<description>Empresa de Comunicação Social Júnior da UFES</description>
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		<title>Eis a questão: os jornais impressos vão morrer?</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 20:17:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ecos Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[impresso]]></category>
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		<description><![CDATA[Sempre que  um novo meio de comunicação aparece, automaticamente decreta-se o  fim de um tipo de mídia anterior. Cronologicamente falando, foi assim  quando surgiu a primeira ameaça, o rádio, logo depois a televisão,  e por fim, a internet. E o questionamento que sempre acompanhou essas  novas formas de fazer jornalismo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sempre que  um novo meio de comunicação aparece, automaticamente decreta-se o  fim de um tipo de mídia anterior. Cronologicamente falando, foi assim  quando surgiu a primeira ameaça, o rádio, logo depois a televisão,  e por fim, a internet. E o questionamento que sempre acompanhou essas  novas formas de fazer jornalismo foi: os jornais impressos sobreviverão  em meio a essas novas mídias?<span id="more-471"></span></p>
<p>Há quem  acredite que essas três formas de “mídias instantâneas” levam  grande vantagem perante a mídia impressa, estática e imutável após  sua finalização. Há também aqueles que acham que a questão é somente  de uma diferença de leitores: o leitor de internet é muito mais seletivo  e direto do que o leitor dos jornais impressos.  Porém, manuseando  fatos, não se pode mais negar que os jornais impressos estão, sim,  ameaçados.</p>
<p>De acordo com  dados do Instituto Verificador de Circulação (IVC), caiu 6,9% a circulação  somada dos 20 maiores jornais diários brasileiros em 2009 e apenas  seis conseguiram melhorar seus desempenhos. Onze títulos viram seus  números encolherem durante 2009, entre eles os maiores nomes do país,  como O Dia (-31,7%), O Estado de S. Paulo (-13,5%), O Globo (-8,6%)  e Folha de S. Paulo (-5%), que, figura na liderança com média diária  de 295 mil exemplares.</p>
<p>O pouco que  se tem a fazer para evitar maiores quedas é dividir públicos  e direcionar informações. Os jornais não serão mais como conhecemos.  Enquanto lemos na internet o que está acontecendo agora, nos jornais  iremos ter um maior aprofundamento daquele conteúdo. Até porque na  internet não há como disponibilizar textos com mais de 20 mil caracteres  para que sejam lidos em um monitor. Logo, uma das melhores plataformas  para isso são os jornais de papel e revistas. Mesmo tendo perspectivas  ambientais bastante animadoras com os aparelhos como o Kindle, não  há como prever uma proliferação de dispositivos desse tipo para todos  os leitores – pelo menos não no Brasil.</p>
<p>Portanto, o  que funcionaria neste caso seria manter uma redação inteira voltada  para a internet e as notícias imediatas e outra voltada às grandes  reportagens. Assim, o leitor do jornal impresso não sai prejudicado  em termos de completude da informação e quem já soube do primeiro  fato pela internet pode aprofundar seus conhecimentos.</p>
<p><a href="http://www.twitter.com/nataliadevens" target="_blank">@nataliadevens</a></p>
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