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	<title>Ecos Jr &#187; eleições</title>
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	<description>Empresa de Comunicação Social Júnior da UFES</description>
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		<title>Política: e o que a gente tem a ver com isso?</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Aug 2010 00:54:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carina Couto</dc:creator>
				<category><![CDATA[politica]]></category>
		<category><![CDATA[eleições]]></category>

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		<description><![CDATA[1..2..3.. 45000 Fulaninho de tal para presidente do Brasil. Passa eleição, volta eleição e os bordões políticos continuam os mesmos. Chatos, sem criatividade e muitos deles beirando o ridículo. Além disso, um horário político sem critérios e sem padrões torna o ato de assistir uma tortura. E o que a maioria de nós faz quando está entediado com algum [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>1..2..3.. 45000 Fulaninho de tal para presidente do Brasil. Passa eleição, volta eleição e os bordões políticos continuam os mesmos. Chatos, sem criatividade e muitos deles beirando o ridículo. Além disso, um horário político sem critérios e sem padrões torna o ato de assistir uma tortura. E o que a maioria de nós faz quando está entediado com algum programa na TV? Muda de Canal. Já que o horário político passa em todos os canais da televisão aberta, só sobra mesmo desligar a TV. Afinal de contas, o que eu tenho a ver com política?</p>
<p>Tudo. É isso o que a gente tem a ver com a política. Se pararmos para pensar, é através dela que o nosso mundo gira, que a nossa economia circula, que as nossas relações sociais são pautadas e, o mais importante, é através da política que exercemos a cidadania.</p>
<p>Puxando o assunto para nós, os jovens, que somos aproximadamente 13 milhões de eleitores (na faixa entre 16 e 20 anos) tenho que admitir que as vezes é um saco ficar vendo candidato por candidato, ouvir as propostas, analisar, etc; e que é muito mais fácil virar as costas e ignorar tudo. Porém, se nossa geração quer ser valorizada e quer ter credibilidade em suas opiniões, é necessário que tenhamos atenção redobrada com a política.</p>
<p>Essa concepção de que a política não é legal, que é coisa de gente mais velha e que é melhor se manter longe dela, vem sendo montada há muito tempo por inúmeras gerações. Assim, é prático para quem está no poder alienar uma população fazendo com que ela mesma não tenha interesse em um assunto tão sério. Sendo muito mais fácil comandar, corromper e dominar um país através das massas de manobra. Por acaso você sabe o que cada cargo que está concorrendo a essa eleição faz? Vou te ajudar um pouco: O governador tem a direção da administração estadual e a representação do Estado em suas relações jurídicas, políticas e administrativas; Os deputados estaduais tem por função elaborar leis que satisfaçam as necessidades sociais do estado e fiscalizar as atividades do poder executivo; Os deputados federais devem criar leis que representem os interesses da sociedade brasileira como um todo. Também têm a função fiscalizadora diante do chefe do poder executivo federal; Os senadores representam os Estados-membros da federação, fiscalizam o presidente da República, avaliam e votam projetos de lei; Por fim, o presidente. A ele cabe coordenar as práticas das atividades administrativas do Estado Federal, fazer com que as leis e decisões judiciais sejam cumpridas.</p>
<p>Isso é só um pouco do que cada cargo faz, e é extremamente importante que cada eleitor saiba disso na hora de analisar para quem seu voto será dado. Se as propostas do candidato escolhido estão de acordo e nas possibilidades do cargo que ele almeja. Não adianta um presidente prometer que vai mudar um país se, para que isso de fato aconteça, ele tenha que percorrer uma série de fatores e aprovações antes. Vamos estudar, analisar, prestar atenção no que está sendo mostrado a nós, afinal, é do nosso futuro que esses políticos estão falando e somos nós que temos o poder de elegê-lo ou não. Vote consciente.</p>
<p>Para terminar, deixo aqui um vídeo do Filipe Neto que achei interessante e que abrange esse tema sobre política. É a opinião dele ali exposta, cabe a você concordar, discordar, e tentar extrair o melhor possível.</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/dAQkMjebkeA&amp;feature" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/dAQkMjebkeA&amp;feature"></embed></object></p>
<p><a href="http://twitter.com/carinacouto" target="_blank">@carinacouto</a></p>
<span class="post-twitter" ><a href="http://twitter.com/home?status=%20%22Pol%C3%ADtica%3A%20e%20o%20que%20a%20gente%20tem%20a%20ver%20com%20isso%3F%22%20http%3A%2F%2Ftinyurl.com%2F22t6v6q" title="Tweet isto!" rel="nofollow">Tweet isto!</a></span>]]></content:encoded>
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		<title>Eleições 2.0</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Aug 2010 03:45:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isabella Mariano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídias]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
		<category><![CDATA[eleições]]></category>
		<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Copa é muito bom. Torcer pelo nosso país é maravilhoso, principalmente para os fãs do futebol. Essa disputa, porém, já terminou e a taça, novamente, não foi nossa. Mas, para dar continuidade a esse espírito patriota, é bom relembrar que dia 17 de agosto começará o bombardeamento de propagandas eleitorais por todos os veículos possíveis. E o despreparo de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Copa é muito bom. Torcer pelo nosso país é maravilhoso, principalmente para os fãs do futebol. Essa disputa, porém, já terminou e a taça, novamente, não foi nossa. Mas, para dar continuidade a esse espírito patriota, é bom relembrar que dia 17 de agosto começará o bombardeamento de propagandas eleitorais por todos os veículos possíveis. E o despreparo de muitos é capaz de fazer ir por água a baixo toda aquela luta pelo voto consciente.</p>
<p>Existem muitas formas de se informar sobre os candidatos. Grupos de discussão, bancos de informação de ONGs e até mesmo uma conversa informal com alguém mais experiente são alternativas às fontes convencionais. Mas não se podem ignorar as futuras propagandas que entram sempre sem pedir licença.</p>
<p>Muito tem se falado da internet como veículo para a propaganda eleitoral. Isso, é claro, seria inevitável. Conhecer o ciberespaço se tornou quase que como uma exigência social. Muitos sites têm se mobilizado, criando mais uma página específica sobre as eleições desse ano. E as assessorias também não param. Os candidatos tem até Twitter e canal no YouTube.</p>
<p>Pensando nisso, quatro portais famosos entre os internautas &#8211; IG, MSN, Terra e Yahoo! – idealizaram uma realização conjunta num projeto chamado <a href="http://www.debateonline2010.com.br/" target="_blank">Debate On-line 2010</a>. Juntos, eles atingem 94% dos usuários da internet, o que democratiza, de certa forma, a informação. O grupo pretendia realizar o primeiro encontro dos candidatos à Presidência da República, feito e transmitido pela internet no Brasil.</p>
<p>Contudo, isso não será possível. Não mais. O debate, que era para ter sido realizado no dia 26 de julho, era uma grande oportunidade para os eleitores esclarecerem muitas de suas dúvidas. Contudo, somente uma candidata havia confirmado presença.</p>
<p>Essa tentativa foi somente uma que não se concretizou. Porém, o eleitor pode ainda se informar em portais como o da <a href="http://eleicoes.uol.com.br/" target="_blank">UOL</a> ou o próprio site das eleições desse ano (<a href="http://www.eleicao2010.net/" target="_blank">http://www.eleicao2010.net/</a>). Além disso, existem os twitters de todos os candidatos. O mais importante é que todos se informem sem medidas para que no dia 3 de outubro possam exercer sua cidadania de forma mais consciente.</p>
<p><a href="http://twitter.com/isasfm" target="_blank">@isasfm</a></p>
<span class="post-twitter" ><a href="http://twitter.com/home?status=%20%22Elei%C3%A7%C3%B5es%202.0%22%20http%3A%2F%2Ftinyurl.com%2F2fug2ru" title="Tweet isto!" rel="nofollow">Tweet isto!</a></span>]]></content:encoded>
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		<title>Ciberativismo e Eleições</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Jan 2010 01:43:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Yuri Barichivich</dc:creator>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[colaboradores]]></category>
		<category><![CDATA[ciberativismo]]></category>
		<category><![CDATA[eleições]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
		<category><![CDATA[Twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[Essa semana falarei sobre como o ciberativismo poderá afetar as eleições presidenciais no Brasil. Como já vimos há alguns meses, o ciberativismo, por meio de smart mobs, promoveu no Twitter uma campanha pela democracia no Irã, após as fraudulentas eleições que ocorreram no país de governo totalitarista. O recente conflito pós-eleições no Irã é um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Essa semana falarei sobre como o <strong>ciberativismo</strong> poderá afetar as eleições presidenciais no Brasil. Como já vimos há alguns meses, o <strong>ciberativismo</strong>, por meio de <em><strong>smart mobs</strong>, </em>promoveu no Twitter uma campanha pela democracia no Irã, após as fraudulentas eleições que ocorreram no país de governo totalitarista. O recente conflito pós-eleições no Irã é um exemplo de como as mídias sociais podem ser usadas como ferramentas para driblar a censura de regimes autoritários.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Certo, mas o que de fato isso influenciou?<span id="more-465"></span><br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A campanha global via <strong>Twitter</strong> e outras mídias sociais, mobilizou uma quantidade enorme de pessoas, e principalmente, deu uma visibilidade global à causa. De certa forma, informou a situação <strong>Iraniana</strong> a todos os cantos do mundo e, de forma simples e eficiente, se tornou um movimento, que podemos caracterizar de “pacifista”, <strong>contra as fraudes na eleição.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Aqui no Brasil esse mesmo ciberativismo pode ser usado a favor dos políticos, seja na forma que foi usada nas eleições do Irã ou para fazer uma simples propaganda política. Arrisco dizer que, durante as eleições, haverá pessoas incluindo símbolos e cores de seus partidos em seus avatares. E, muito provavelmente, haverá propaganda de “guerrilha”.  Entre os partidos, além de debates e bate-bocas com os candidatos via Twitter e outras mídias, teremos que agüentar uma enxurrada de propagandas inúteis.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa enxurrada nos meios eletrônicos de chama <em><strong>flood</strong></em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Um dos meios mais eficazes de propaganda via mídias sociais &#8211; embora também seja um dos mais controversos &#8211;  é o flood.</p>
<p style="text-align: justify;">O <strong>flood</strong> consiste em mensagens repetitivas com intervalos de poucos minutos cada uma, gerando assim, uma exposição praticamente constante à informação que deseja ser passada. Porém, isso gera uma super exposição das pessoas à mensagem, passando a associar a pessoa ou o partido que se utiliza dessa prática, a algo desfavorável e, muitas vezes, desagradável.</p>
<p style="text-align: justify;">Para mais informações sobre o assunto de Ciberativismo nas Eleições do Irã <a href="http://miniurl.com.br/6uZWw" target="_blank">leiam esse artigo</a> de alunos da PUCRS.</p>
<p style="text-align: justify;">Até a Proxima!</p>
<span class="post-twitter" ><a href="http://twitter.com/home?status=%20%22Ciberativismo%20e%20Elei%C3%A7%C3%B5es%22%20http%3A%2F%2Ftinyurl.com%2F248owxz" title="Tweet isto!" rel="nofollow">Tweet isto!</a></span>]]></content:encoded>
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