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A febre dos seriados norte-americanos

 - by Cynthia Binda

Se fosse para escrever o nome de todas as séries que estrearam nos últimos anos, a lista não teria fim. São diversas histórias para os mais variados públicos. Mas a onda agora é atingir aos adolescentes. São romances, musicais, suspenses, dramas, ficção científica e comédias, que envolvem enredos extremamente interessantes, personagens com conflitos bem desenhados e cenas bem construídas. Essas séries são produções que traduzem histórias de diferentes rumos, mas que tem episódios exibidos, geralmente, uma vez a cada semana. Tudo isso, claro, para prender o telespectador à trama, fazendo com que se identifiquem com as histórias contadas e, assim, tornando tais seriados grandes sucessos na audiência.

Mas por que será que estes seriados fazem tanto sucesso entre os jovens?

Os seriados fazem tanto sucesso simplesmente porque refletem as situações vividas pelos adolescentes, ou em alguns casos, situações que eles desejam viver. Garotas e garotos que almejam popularidade, relações amorosas, amizades construídas e desmanchadas, fofocas, desejos, amor, inveja, e uma infinidade de outras situações que nós, jovens, sabemos muito bem quais são.

Entretanto, não é de hoje que os jovens se identificam com seriados. Há anos eles já estavam presentes na vida dos adolescentes. Basta perguntar a seus pais sobre “Barrados no Baile” e “Confissões de Adolescente”, por exemplo, que tiveram grande sucesso na década de 1990 no Brasil, e também é claro a eterna “Malhação”, que é exibida desde 1995.

Blair Waldorf e Serena Van der Woodsen. Cena do seriado “Gossip Girl”.

Hoje, alguns dos seriados que mais fazem sucesso no mundo são: “Glee”, “Gossip Girl” e “90210”. Todas estas séries desenvolvem suas histórias em ambientes escolares, retratando o período em que os jovens vivem as primeiras experiências amorosas, os constantes conflitos familiares e todos os demais dilemas e dificuldades que envolvem o universo juvenil.

Pensando no sucesso gerado por estes programas, diversos canais brasileiros mostraram-se interessados em transmitir os melhores seriados norte-americanos em suas telinhas. A Rede Globo, por exemplo, já busca séries com um estilo teen para que possam ser vistas pelo público nas manhãs da emissora. E a noite exibe seriados que transmitem mais ação aos seus telespectadores. A Globo ainda detém a transmissão das seguintes séries: iCarly, Hannah Montana, Glee, Lie to Me, Lost, Prison Break e a recente estréia do seriado que conta a vida de um detetive americano  intitulada como Palm Glade.

A Record também investiu nas transmissões e trouxe alguns títulos americanos para a sua programação, nos quais atualmente faz grande sucesso a Série do CSI – Crime Scene Investigation, que é apresentado pela emissora com as divisões de CSI, Nova Iorque; CSI Miami; e CSI Las Vegas. Nas tardes transmitem o seriado “Todo mundo odeia o Chris”. Junto com estes a Record também mostra outra série de grande sucesso nos Estados Unidos, o seriado Dr. House que tem como protagonista o ator Hugh Laurie e a série do detetive Monk.

E pra você que não conhece algum deles ou ficou com vontade de assistir, segue abaixo o link do site “Séries Líder”, onde você poderá baixar todos os episódios de qualquer uma destas séries – e de muitas outras –, e ainda, um vídeo com uma das performances presentes na primeira temporada de Glee.

Divirta-se!

http://www.serieslider.com/

@cynthiabinda

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Cotidiano nas Telas

 - by Samara Verneck

A revista EXAME publicou recentemente algumas dicas de filmes e séries para quem tem interesse pelo cotidiano da propaganda e de seus profissionais, ou seja, pelo nosso dia a dia.

A primeira indicação fica por conta da série americana Mad Men que se passa na agência de publicidade Sterling Cooper, na Madison Avenue, em Nova York, no início dos anos 1960.  No Brasil a série é exibida no canal HBO.

Em torno do protagonista, o diretor de criação Donald Draper (Jon Hamm), aparecem os demais sócios e funcionários da empresa, além de sua família. No desenrolar dos episódios – atualmente, a quinta temporada está em fase de criação e deve estar pronta para ser exibida em 2012 – um panorama social da época vai sendo mostrado, em um contexto em que preconceito racial, sexismo e cigarros são elementos do dia a dia.

A segunda, Trust Me, também uma série americana, foi cancelada pela TNT uma temporada devido à baixa audiência.

Estrelada por Eric McCormick e Tom Cavanaugh, a série norte-americana Trust Me  descrevia o universo da agência de publicidade RGM, de Chicago, em que os inseparáveis amigos, Mason e Conner,  formam também uma famosa dupla no meio profissional. A história muda quando Mason é promovido e McGuire não, e a amizade dos dois é colocada em prova.

Logo em seguida vem uma lista avantajada de filmes interessantes, dentre eles: Volta, meu amor, uma comédia romântica em que os protagonistas trabalham em agências de publicidade diferentes e vivem um clima de competição. Enquanto Webster ganha clientes por meio de métodos eticamente discutíveis, Carol tenta manter-se no caminho saudável da profissão.

As atitudes da personagem mudam quando, cansada de perder clientes para o concorrente, Carol resolve se vingar e recorre a um enigmático cientista, que é, na verdade, o próprio Jerry Webster disfarçado. O filme foi indicado para o Oscar de Melhor Roteiro no ano em que foi lançado.

Outra indicação da revista Exame é o filme 99 Francos baseado na autobiografia do ex-publicitário Frédéric Beigbeder.

99 Francos traz um debate semelhante ao proposto pelo fotógrafo Oliviero Toscani no livro “A publicidade é um Cadáver que nos Sorri”. No filme, o abuso da propaganda e a sociedade do consumo desenfreado são atacados em seis capítulos narrados  pelo personagem principal, Octave, publicitário de considerável prestígio dentro e fora da agência em que trabalha, conforme um pronome pessoal ou de tratamento.

Fica então essas ótimas dicas de séries e filmes para vocês curtirem nas férias, já que não terão nada pra fazer e estarão morrendo de saudade da Ufes.

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Tudo sobre Facebook

 - by Elisa Cristina Rosa

Deparei-me, essa semana, com a necessidade de criar uma página empresarial no Facebook. Para muitos, à primeira vista, pode parecer uma tarefa fácil, mas não tenha tanta certeza.

Após pesquisar algumas páginas de empresas de expressão locais, nacionais e até internacionais, percebi que a maioria utilizava as fanpages. Foi aí que surgiram as minhas primeiras dúvidas: porque usar as fanpages no lugar de perfis pessoais? Quais são as diferenças? E as vantagens?

Recorri, então, ao oráculo da modernidade para sanar minhas dúvidas: o grande sábio Google. Não demorou muito para que eu acabasse achando o caminho do site www.tudosobrefacebook.com.br. Desenvolvido por uma jornalista e um publicitário, o site traz inúmeras dicas e tutoriais que vão desde “Dicas para mandar bem no seu Facebook” (como não postar em seu mural que está com vontade de fazer xixi ou que nem sabe o nome da garota com quem dormiu na última noite), até tutoriais de “Como migrar de um perfil pessoal para uma fanpage” ou sobre aplicativos para programar sua fanpage usando HTML.

Seja pra melhorar seu perfil pessoal, ou para entender um pouco mais sobre o universo – ainda obscuro – das fanpages, vale a pena dar uma conferida no site. Ainda mais para nós que vamos receber muitas propostas de estágio para “cuidar das redes sociais”.

@tininha_rosa

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Plante uma árvore, escreva um livro e tenha um filho

 - by Marcelle Desteffani

Desde minha infância ouço que para ter uma vida completa é preciso plantar uma árvore, escrever um livro e ter um filho. Confesso que cresci pensando sobre isso. Já coloquei em prática, inclusive, um desses planos: plantar uma árvore, o que eu realmente acho que todos deveriam fazer, pelo menos uma vez na vida.

Ultimamente, ando pensando sobre o livro. Escrevo tanto todos os dias, na Ecos Jr, na faculdade, no trabalho, em casa, mas não faço ideia de como escrever um livro. Hoje, procurando sobre o que escrever em nosso site me deparei com: Escreva seu livro.

E aqui vão algumas dicas para quem tem a vontade de publicar o que escreve:

- Preste atenção no que está acontecendo em sua volta. Comece a escrever sobre o que você vivencia durante o seu dia, com quem você convive, sobre o que essas pessoas fazem.

- Fale do que conhece. Não adianta escrever sobre o que não é sua realidade, é preciso conhecer profundamente sobre o que se escreve.

- Leia muito. Essa é outra frase que ouço desde pequena. Quem lê muito escreve bem.

- Escreva muito e sem erros. Pratique a escrita e fique atento à língua portuguesa: acentuação, pontuação, grafia correta das palavras.

- Passe por um crivo de leitores críticos. Mostre seus textos para pessoas competentes e esteja aberto a receber críticas, que de uma forma ou de outra serão muito construtivas.

- Jogue fora nove décimos do que você escreve. Desprenda-se do que você produz, descarte aquilo que não acha muito bom e não tenha medo de fazer isso.

- Acredite no seu potencial.

Seguir todas essas regrinhas não é sinônimo de sucesso. Mas é um bom começo para escritores inexperientes iniciarem sua tentativa.

Sobre ter um filho, fica para mais uns anos. Tanto o livro-filho, porque ainda preciso de muita experiência para escrevê-lo, como o filho real, de carne e osso que precisa de muito mais planejamento do que o livro, com certeza.

@marcellemar

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