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Projeto Acredite

 - by Thaísa Côrtes

Em 2010, ocorreu a primeira edição do Projeto Acredite que contou com os principais nomes da publicidade brasileira. Os profissionais foram convidados a responder a pergunta “Em que você Acredita?”. As respostas deram origem ao livro “Acredite”.

Este ano, o Universal Channel lança a segunda edição que conta com a participação exclusiva de estudantes de Comunicação Social, Marketing e Design de todo o país que serão coautores do livro.

As inscrições já estão abertas no site www.acredite.tv.br e os trabalhos deverão ser enviados até o dia 15 de julho. As 100 melhores ideias serão escolhidas em uma seleção por um grupo de jurados para compor o livro.

Segundo Paulo Barata, diretor do Universal Channel, o objetivo do projeto ‘Acredite’ é se tornar uma obra perene que registre as aspirações daqueles que construíram a publicidade brasileira. Bara diz ainda que a primeira edição do livro contou com personalidades admiradas no mundo inteiro que generosamente compartilharam seus credos e insights. Agora chegou a vez dos futuros profissionais da comunicação mostrar o que os move, quais são os seus valores e crenças, e para onde eles acham que iremos.

@thacortes

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Que cachorro você seria?

 - by Viviane Machado

A marca Pedigree  neozelandesa lançou no último mês um aplicativo que permite descobrir qual é o seu sósia canino.

No Doggelganger, você insere uma imagem (de arquivos ou da webcam) e seu rosto é scaneado e reconhecido pelo banco de dados do aplicativo. A partir do reconhecimento facial, eles escolhem o cão mais parecido com você fisicamente e apresentam as principais características, como nome, idade,  sexo, raça e uma pequena descrição. Além disso, permite compartilhar com seus amigos no Twitter, Facebook, entre outras redes.

O curioso é que eles existem de verdade e estão à espera de adoção. No site, há um espaço para contactar e, se possível, adotar.

É uma pena, que esses cachorrinhos estão na Nova Zelândia. Mas fica aí uma ideia para a marca aqui no Brasil.

Faria bastante sucesso, não acha?

@_vivianemachado

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E agora, Pedágio?

 - by Lucas Pinhel

Viajar de carro hoje em dia é complicado. O estado das rodovias do país é lamentável e quando são boas por trás há um pedágio de valor exorbitante. Apesar de sempre optarmos pelo melhor caminho, será que podem nos obrigar a pagar um pedágio sendo que ele se encontra no único caminho?

Criado por uma aluna do 9º período de Direito da Universidade Católica de Pelotas (UCPel), Márcia dos Santos Silva, o trabalho “Inconstitucionalidade dos Pedágios” choca, impressiona e orienta os interessados. A jovem explica que na Constituição Federal de 1988, Título II, dos “Direitos e Garantias Fundamentais”, o artigo 5 diz o seguinte:

“Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade “. E no inciso XV do artigo: “é livre a locomoção no território nacional em tempo de paz, podendo qualquer pessoa, nos termos da lei, nele entrar, permanecer ou dele sair com seus bens”. 

Márcia acrescenta que “o direito de ir e vir é cláusula pétrea na Constituição Federal, o que significa dizer que não é possível violar esse direito. E ainda que todo brasileiro tem livre acesso em todo o território nacional. O que também quer dizer que o pedágio vai contra a constituição”.
Segundo a estudante de 22 anos, as estradas não são vendáveis e o que acontece é que concessionárias de pedágios realizam contratos com o governo Estadual de investir no melhoramento dessas rodovias e cobram o pedágio para ressarcir os gastos. No entanto, no valor da gasolina é incluído o imposto de Contribuição de Intervenção de Domínio Econômico (Cide), e parte dele já é destinado às estradas.
“No momento que abasteço meu carro, estou pagando o pedágio. Não é necessário eu pagar novamente. Só quero exercer meu direito, a estrada é um bem público e não é justo eu pagar por um bem que já é meu também”, diz ela.

Durante a apresentação de seu trabalho, Márcia conta, ensina e demonstra em vídeos como passar por pedágios sem pagar. “Ou você pode passar atrás de algum carro que tenha parado. Ou ainda passa direto. A cancela, que barra os carros é de plástico, não quebra, e quando o carro passa por ali ela abre. Não tem perigo algum e não arranha o carro.”

Questionamentos não faltaram. Quem assistia ficava curioso em saber se tudo que a jovem dizia não estaria infringindo alguma lei ou se poderia gerar alguma multa. Com respostas claras, a estudante enfatizou que juridicamente não há lei que permita a utilização de pedágios em estradas brasileiras. Ela nos conta também que para sair de Pelotas e ir até Rio Grande, onde então apresentou seu trabalho, passou por inúmeros pedágios e que não pagou nenhum. Explica que foi parada somente uma vez por um policial, mas foi liberada logo em seguida após perguntá-lo: “Você presta serviço para a concessionária ou para o Estado?”.

Depois ler todo este texto formal, polêmico e talvez chato, sentir uma revolta ou uma vontade de começar a furar pedágios “loucamente” é inevitável. Mas não estou repassando este trabalho para isso. Estou mostrando que, assim como em outras partes, há muita coisa em nossa Constituição que deve ser discutido e resolvido. Na verdade, quero ver se essa causa irá tomar alguma proporção ou se irá ser esquecida novamente como em outros inúmeros casos.

Lucas Peres Pinhel
@lucasperes 

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É dia de São João

 - by Izabelly Possatto

A festa de São João teve origem na Europa e fazia parte de uma tradição pagã de celebração do solstício de verão.  Hoje essa comemoração pode ser considerada uma mescla de tradição e atualidade. Barraquinhas de comidas típicas e jogos, fogueiras e quadrilhas ainda marcam a típica festa junina (ou julina em alguns casos) brasileira. A novidade, porém, é o acréscimo de elementos atuais ao São João.

São João pode ser considerada a segunda maior festa da cultura brasileira, perdendo apenas para o carnaval. É um traço do folclore que ganha admiradores a cada ano.  Na verdade, o festejo homenageia três santos da Igreja Católica (São Pedro, São João e São Paulo) e foi trazida para o Brasil pelos portugueses.

No passado, durante essa época balões brilhavam no céu azul escuro e estrelado do campo e das cidades, mas com o crescimento da população e dos prédios essa prática tornou-se perigosa e foi proibida. A quadrilha é originária da França, entretanto à dança. A fogueira aquece, assa e ilumina, é feita de boa madeira e é usada em muitas brincadeiras juninas.

Em Portugal, a comemoração recebe o nome de Festas dos Santos Populares e é semelhante a comemoração nacional. Na França, recebe o nome de Fête de Saint-Jean (Festa de São João) e é comemorada no dia do santo (24 de Junho) – assim como no Brasil – e tem como maior tradição as fogueiras. Na Polônia, é chamada de Noc Świętojańska (Festa de São João) e dura o dia inteiro, adentrando a madrugada. Uma característica marcante é o uso de fantasias, os poloneses preferem se vestir baseando-se nos piratas. Os ucranianos incorporaram a celebração à Igreja Ortodoxa e realizam rituais como a colocação de guirlandas nos rios por moças. As festas da Suécia são as mais famosas do mundo. Nelas são cantados cânticos tradicionais e tipicamente rurais, assim como em nosso país. Por ser o início do verão, há a fartura de alimentos como os morangos e as batatas. Além disso, as simpatias são comuns entre os suecos.

Não importa a nacionalidade. São João é uma grande celebração, que atrai multidões em diferentes países. Crianças, adultos e idosos marcam presença seja para comer as típicas guloseimas, se divertirem com as brincadeiras, dançar quadrilha, ou mesmo para passar algum tempo em família. Estamos em junho, vamos comemorar?

@_chiinaa

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Dia Mundial Contra o Tabaco

 - by Krystofer Cipriano

Ontem, dia 31 de maio, foi o dia mundial da luta contra o tabagismo, e enquanto eu fazia o intervalo da aula, fui abordado por jovens que faziam parte de uma campanha contra o fumo. Eles estavam munidos de folhetos bastante explicativos e de cartões que indicavam uma forma de buscar tratamento, para aqueles já viciados. Eles buscavam conscientizar as pessoas no campus sobre o prejuízo de fumar e, mais tarde, os jornais mostraram que a campanha estendia-se a outros espaços da cidade como, por exemplo, os terminais de ônibus. O lema da campanha era: um dia sem cigarro. Mas a ação pode trazer resultados mais abrangentes – impedir que tenhamos novos fumantes e, quem sabe, ser o ponta pé inicial para aqueles que esperam algum motivo para parar de fumar. A campanha realizada por jovens é bastante perspicaz já que ultimamente são eles os mais passíveis de se tornarem fumantes.

A data foi instituída pela organização mundial de saúde em 1987, e resta saber se de lá para cá situação mudou. E entrando rapidamente nos já conhecidos dados sobre o assunto, cada cigarro tem mais de quatro mil substâncias que fazem mal à saúde e no Brasil, a cada hora, 23 pessoas morrem por causa do consumo de cigarro. Os dados todo mundo conhece, o que é preciso é que as pessoas deixem cair a ficha das conseqüências deles.

Para aqueles que quiserem assistir a matéria da TV gazeta sobre a campanha realizada no terminal de Vila Velha é só clicar.

http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/2011/05/noticias/tv_gazeta/jornalismo/estv/estv_1_edicao/865831-todo-esforco-para-largar-o-cigarro-e-valido.html

E fica aqui um vídeo pra falar de um assunto SÉRIO de forma humorada.

@krystofer_cip

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Eu sou

 - by Luiza Dazzi

A nova campanha da Nikon, “I am Nikon” (Eu sou Nikon), chamou tanto a minha atenção esses dias, que resolvi saber melhor sobre ela.

Eu já conhecia o comercial institucional e, depois de uma breve pesquisa, descobri que faz parte da campanha da marca para outras mídias como blog, Facebook e Flickr.
No blog I am Nikon, estão disponíveis dicas fotográficas e novidades da área. Já a página no Facebook contém atualizações diárias; e no grupo no flickr há espaço para compartilhar suas fotos com outros usuários de Nikon do mundo inteiro, comentando ou participando de discussões no fórum.

A campanha mostra a importância de registrar os momentos, eternizando as memórias em uma fotografia. Uma característica do comercial que dá um toque especial é a música de fundo, “Welcome Home, Son” por Radical Face.

A intenção da campanha é envolver o usuário de Nikon por meio das mídias sociais e esse é um ótimo ponto, afinal essa é a tendência no mundo da publicidade.

Luiza Dazzi

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Uma visita aos melhores museus do mundo sem sair de casa

 - by Esther Radaelli

Quem não sonha em viajar o mundo conhecendo os mais importantes museus? Quem não sonha em sentir e poder apreciar as obras dos mais famosos pintores de perto? O momento em frente a um Van Gogh ninguém esquece. Imagino. Imagino, pois ainda não tive essa oportunidade. Se você, assim como eu, não pode pegar o avião mais próximo e poder desfrutar de momentos assim, o Google resolveu dar uma ajudinha. Aliás, uma ajuda para os apreciadores da arte em geral.

O Google Art Project é uma espécie de Street View da Arte. Com mais de 1000 obras no acervo virtual, o programa de leva a visitar os museus mais importantes do mundo, tudo em 3D. Você escolhe por onde quer conhecer o museu e têm acesso as informações básicas das obras, além de poder aproximar e ver mais detalhes. Também é permitido que o usuário construa sua própria coleção personalizada, de pontos especificos das obras, e também adicionar comentários a cada pintura e toda a coleção pode ser compartilhada com amigos e familiares.

É uma viagem super interessante. Para quem se interessou, acesse: http://www.googleartproject.com.

Abaixo segue o Behind de Scenes do Art Project!

@EstherRadaelli

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Quem disse que brincar de boneca é coisa de criança?

 - by Ecos Jr

Depois da apresentação do grupo de hipermídia na minha turma da disciplina de Estética e Linguagem Audiovisual sobre o site da Barbie e como que vender bonecas para crianças é só a pontinha do iceberg deste mercado que rege uma grande gama do mercado de entretenimento, eu fui pesquisar sobre as bonecas e quais são os seus verdadeiros públicos. Descobri que o público mais fiel são os colecionadores! Você já pensou que existem novas bonecas lançadas só para esse público? Pois é, o mercado de colecionadores rende milhões para a indústria de brinquedos.

Descobri até um blog de uma brasileira que simplesmente adora bonecas colecionáveis. É o Bonecas e Bonecas.  Lá você pode conferir como esses tipos de bonecas são diferentes. Vale acrescentar que eles não colecionam qualquer boneca, existem algumas “grifes” que fabricam bonecas como Gene Marshall, Pullip, Silkstone e outras.

@nathanmellos

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Eu amava muito tudo isso

 - by Ecos Jr

Em termos alimentícios, acho que o que eu mais faço na vida é ir ao Mc Donald’s. Lanchinho da tarde, almoço, depois de uma festa, sempre acabo parando nesse fast-food. É Big Mac, Big Tasty, Mc Cheddar e por aí vai. E toda vez olho para quem está me acompanhando e falo: “Vamos parar, né? Tá na hora.” Falava isso pensando não em ficar gorda, mas no colesterol alto e no que isso poderia fazer comigo mais para frente. Desse modo, passeando por entre os vários sites de comunicação, achei esse comercial veiculado nos Estados Unidos a pedido do Comitê de Médicos para a Responsabilidade da Medicina. O vídeo mostra um cadáver segurando um hamburguer com o recado “Hoje a noite, vire vegetariano“. O slogan do Mc Donalds ainda é ironizado com a frase do final: “Eu amava muito tudo isso.”

O comercial onde fora veiculado conseguiu chocar, como queria. Para falar a verdade, não a mim, pois até já sei de todos esses riscos, mas nós sempre acabamos voltando. Triste, não me orgulho disso.

@vevetostes

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Make it count

 - by Diego Coutinho

Com certeza, você já conhece a Element. Inicialmente, era uma pequena marca de skate dos Estados Unidos, hoje, um fenômeno mundial. Nascida na década de 90, a marca foi pioneira no mercado do skateboard por englobar o conceito de responsabilidade social e ambiental. Aliado a isso, sua imagem foi construída juntamente com grandes nomes do skate mundial e de artistas conceituados. Pessoas como Bam Margera (skatista profissional, famoso pelo programa da MTV, Jackass), Mike Vallely (lenda viva do skate mundial), Ray Barbee (skatista profissional e músico), entre muitos outros.

Hoje a Element possui desde shapes (ou decks, para leigos, madeira do skate) à linha de roupas femininas. O sucesso da empresa impressiona, mas incrível mesmo é a trajetória de seu criador, Johnny Schillereff. Vindo de uma família desfeita e filho de um pai militar, que era completamente contra a prática do skate, Johnny conseguiu superar os muitos problemas de sua vida e construir esse  império. O vídeo documentário Make it Count conta a trajetória de Johnny Schillereff até a consolidação da Element. Literalmente, do lixo ao luxo. Veja o trailer do documentário no link abaixo. Vale à pena assistir!

MAKE IT COUNT – COMMERCIAL from ELEMENT SKATEBOARDS on Vimeo.

@diegonagrelha

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