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  • Em ritmo de férias

    Umas animações muito criativas.  Talvez para alguns pareçam um pouco velhas, como nunca tinha visto achei legal compartilhar.

    Divirtam-se: Ler o resto do post »

  • O ano do marketing andróide: 2010

    O ano novo começou em plena sexta-feira, num país que só começa a funcionar depois do carnaval. Teremos eleições, copa do mundo e um boom do marketing digital.

    O Prof. Doutor Marcos Cortez, da USP, disse que o marketing vai sair fortalecido da crise financeira mundial, por ser o único segmento que promove o aumento de vendas. Segundo ele, muitas empresas ainda despejam seus produtos sobre os consumidores sem criar mercados, ou seja, sem um plano de marketing para alcançar os resultados desejados, mas que muitas delas aproveitaram o fim da crise para reinvestir em suas estratégias. Ler o resto do post »

  • 10 coisas que todo jornalista deve saber em 2010

    Lendo coisas na internet nos últimos dias me deparei com: 10 coisas que todo jornalista deve saber em 2010, em Journalism.co.uk. Eu como boa aspirante da profissão, resolvi encarar a leitura e deixo aqui os “conselhos” para todos os outros futuros jornalistas de plantão: Ler o resto do post »

  • Plante uma árvore, escreva um livro e tenha um filho

    Desde minha infância ouço que para ter uma vida completa é preciso plantar uma árvore, escrever um livro e ter um filho. Confesso que cresci pensando sobre isso. Já coloquei em prática, inclusive, um desses planos: plantar uma árvore, o que eu realmente acho que todos deveriam fazer, pelo menos uma vez na vida.

    Ultimamente, ando pensando sobre o livro. Escrevo tanto todos os dias, na Ecos Jr, na faculdade, no trabalho, em casa, mas não faço ideia de como escrever um livro. Hoje, procurando sobre o que escrever em nosso site me deparei com: Escreva seu livro.

    E aqui vão algumas dicas para quem tem a vontade de publicar o que escreve:

    - Preste atenção no que está acontecendo em sua volta. Comece a escrever sobre o que você vivencia durante o seu dia, com quem você convive, sobre o que essas pessoas fazem.

    - Fale do que conhece. Não adianta escrever sobre o que não é sua realidade, é preciso conhecer profundamente sobre o que se escreve.

    - Leia muito. Essa é outra frase que ouço desde pequena. Quem lê muito escreve bem.

    - Escreva muito e sem erros. Pratique a escrita e fique atento à língua portuguesa: acentuação, pontuação, grafia correta das palavras.

    - Passe por um crivo de leitores críticos. Mostre seus textos para pessoas competentes e esteja aberto a receber críticas, que de uma forma ou de outra serão muito construtivas.

    - Jogue fora nove décimos do que você escreve. Desprenda-se do que você produz, descarte aquilo que não acha muito bom e não tenha medo de fazer isso.

    - Acredite no seu potencial.

    Seguir todas essas regrinhas não é sinônimo de sucesso. Mas é um bom começo para escritores inexperientes iniciarem sua tentativa.

    Sobre ter um filho, fica para mais uns anos. Tanto o livro-filho, porque ainda preciso de muita experiência para escrevê-lo, como o filho real, de carne e osso que precisa de muito mais planejamento do que o livro, com certeza.

    @marcellemar

  • Está rolando na Ufes o II Fórum Nacional de Mídia Livre

    Há alguns dias eu postei aqui sobre o 16° Vitória Cine Vídeo, que aconteceu durante toda essa semana e finaliza neste sábado. Hoje o assunto é sobre outro evento que interessa aos alunos de Comunicação Social e afins, o II Fórum Nacional de Mídia Livre. O evento acontece no campus de Goiabeiras da Universidade Federal do Espírito Santo, de 04 a 06 de dezembro.

    O fórum é realizado em parceria com instituições públicas de ensino de Comunicação e Jornalismo de todo o Brasil, e conta com a participação de acadêmicos, estudantes, jornalistas, ativistas e empreendedores.

    Esta é a segunda edição do Fórum Nacional de Mídia Livre – FML, sendo que a primeira ocorreu na Escola de Comunicação da UFRJ em junho do ano passado, por onde passaram cerca de oito mil pessoas por dia.

    A programação do FML conta com oficinas de produção de mídia, workshops, mesas de debates, seminários e grupos de trabalho. Acontece também o Festival de Música Livre, na Tenda de Circo localizada no estacionamento do Centro de Artes da Ufes. A entrada é franca.
    As inscrições para as oficinas já foram encerradas. Mas se você quiser participar das outras atividades, pode encontrar todas as informações no site do evento http://www.forumdemidialivre.org/.

    Amanhã é o último dia, então quem quiser participar e contribuir com o debate sobre o “midialivrismo”, corra!

    @diovanarenoldi

  • Da Escola de Frankfurt para a atualidade

    Ceia

    Quem lê não acredita de imediato que a escola de Frankfurt surgiu há tanto tempo atrás. Não é preciso ser conhecedor pleno do assunto para perceber que os pensadores alemães estavam há anos luz de seu tempo. Isso porque em suas teorias, já era possível perceber aspectos que nos são comuns como, por exemplo, a banalização da cultura ou mesmo a apropriação de bens culturais no cotidiano.

    Um caso curioso, praticamente uma “premonição” dos frankfurtianos, é a apropriação de referências de obra de arte feita pela publicidade. O site Worth1000 mostra clássicos da arte sendo usados para anúncios dos mais variados tipos, feito com as mais renomadas obras, como por exemplo, a grande ceia, de Leonardo da Vinci. Confira os anúncios no site: http://fx.worth1000.com/contests/12920/missing-title#entries

    A publicidade se destaca cada vez mais pela representação da vida como recurso de aproximação entre cliente e produto, e esse é mais um exemplo nítido do oportunismo da publicidade. Os anúncios inusitados são fictícios, mas se levarmos em consideração o avanço dos recursos e o aumento da necessidade de consumo do mundo moderno, não é de se espantar quando nos depararmos com alguma página de revista usando tal estratégia, comprovando definitivamente as “premonições” dos pensadores da escola de Frankfurt.

    cupido

    @raromulo

  • Até que ponto o jornalismo é imparcial?

    É incrível como ouço críticas sobre a Revista Veja constantemente. Estive me questionando sobre isso ultimamente. O jornalismo está longe de alcançar os critérios de objetividade e imparcialidade propostos como pontos fundamentais da profissão. É lógico, o ser humano é subjetivo. Tudo o que pensa e acredita é fruto de convicçoes transmitidas por seus antepassados e adquiridas ao longo de sua vida.

    Mas observemos o caso da Veja. Esta semana a manchete: Lula, o mito, a fita e os fatos, foi estampada para introduzir uma reportagem sobre o filme Lula, o Filho do Brasil. E olhem a linha fina da matéria: “O filme Lula, o Filho do Brasil faz parte de um projeto de endeusamento do presidente, o que, às vésperas de uma eleição, entra na categoria de propaganda política. Lula tem uma bela história de vida, foi um líder sindical de resultados e é um presidente da República eficiente e amado, mas ele só tem a perder se se deixar transformar em mito vivo”. Preciso dizer alguma coisa?
    E quem não se recorda da cobertura exaustiva sobre o caso da Isabela Nardoni. O Brasil realmente parou. Nada mais acontecia naquele momento. Na primeira semana após o crime, Veja trouxe seis páginas mostrando outros casos de assassinato. Mas já era assassinato?

    Sem contar as adjetivações que a revista empregou em outra reportagem sobre o caso. Anjo para Isabela, monstro para os padrastos, o que delineou o perfil dos suspeitos como culpados antes mesmo do julgamento. Veja, aliada aos outros meios de comunicação causaram nos leitores / espectadores uma comoção sem fim, e confesso, fui contaminada.

    Só mais uma para fechar: em 2008 uma das capas recebeu a frase: Quem cheira mata. Tudo bem que os usuários de drogas contribuem para o aumento dos índices de criminalidade, e que boa parte dos assassinatos foram cometidos por pessoas entorpecidas. Mas isso só foi mostrado dentro da revista. Quem para pra ler somente a capa (a maioria dos brasileiros) vê uma coisa totalmente distorcida: todo usuário de droga é assassino.

    Não estou aqui para defender os usuários de drogas, muito menos atacar a Veja. Observei o caso da revista somente para levantar as seguintes questões: até que ponto existe imparcialidade no jornalismo? Até onde meus princípios não são atingidos? Deveria-se pensar mais sobre: o que eu acredito é valido para a maioria das pessoas? O que falta realmente no jornalismo (além de muitas outras coisas) é um pouco mais de senso crítico, de auto-observação. Fica a dica aos futuros jornalistas, assim como eu.

    @marcellemar

  • Vitória Cine Vídeo em sua 16ª edição

    Este ano ocorre a 16ª edição do Vitória Cine Vídeo, festival capixaba que oferece programação gratuita de cinema e vídeos que foram produzidos recentemente por todo o Brasil e que eu, particularmente, gosto muito.

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    O evento promove uma série de atividades para os participantes como oficinas, debates, palestras, encontros voltados para a capacitação e a reciclagem dos profissionais e amantes da área audiovisual.

    A programação conta com o Cine Galpão Itinerante, que percorrerá bairros de Vitória e transformará praças, ruas e escolas em cinemas ao ar livre, aproximando as comunidades do universo audiovisual. Há também o Cinema na Praia, uma apresentação de um longa-metragem nacional em um telão montado na beira da praia da Curva da Jurema. Durante a semana do Vitória Cine Vídeo ocorre ainda Concurso de Flipbook, Crítica Cinematográfica, lançamento de livros e o Festivalzinho de Cinema, que oferece um conteúdo especial para o público infanto-juvenil.

    O resultado dos trabalhos selecionados para a 13ª Mostra Competitiva Nacional – que faz parte do evento, foi divulgado na semana passada, no dia 11 de novembro. Das 86 obras selecionadas, entre filmes, vídeos e animações, 14 são capixabas.

    E para não dizer que o festival não valoriza e estimula a produção do estado, o Vitória Cine Vídeo promove o Concurso de Roteiro Capixaba, que premia roteiros escritos por autores residentes no Espírito Santo, em que o vencedor recebe como prêmio equipamentos e dinheiro para a realização da obra audiovisual. No ano de 1998, o vencedor do concurso foi o professor do departamento de Comunicação Social da Ufes, Erly Vieira Jr., que participou com a obra Macabéa.

    Não esquecendo também que o Vitória Cine Vídeo todos os anos presta homenagem a uma personalidade do cinema nacional. Até hoje não me esqueço do ano de 2007 em que a homenageada foi a ilustre e “imortal” Dercy Gonçalves, que encheu o palco de humor e palavrões. Esperemos para saber quem será o homenageado deste ano.

    O festival acontece de 30 de novembro a 05 de dezembro, mas o local em que acontecerá a Mostra Competitiva Nacional ainda não foi divulgado. Até 2007 era tradição o Vitória Cine Vídeo acontecer no Teatro Glória, mas (talvez pelas intermináveis obras do teatro), o palco do VCV foi mudado para a Fábrica 747 no ano passado. Enfim, não importa o lugar e sim o conteúdo do Vitória Cine Vídeo, que vale muito a pena conferir!

    @diovanarenoldi

  • Publicidade em Mobile Phone: cada vez mais próxima

    É incrível como a publicidade se move de forma tão constante. E não era pra menos. Ela realmente precisa acompanhar a sede por informação que hoje é uma tendência mundial. O homem precisa cada vez mais de novidades, para saciar suas vontade e desejos mais íntimos. A publicidade então apresenta incessantemente novos produtos que nós “incorporamos”, na maioria das vezes, sem ao menos perceber.

    O mobile marketing é o exemplo da evolução publicitária que acompanha uma das tendências do consumo: pessoas cada dia mais “multitarefas”, esperando interatividade o tempo todo. Está chegando a época em que ao entrar num shopping você recebe em seu celular as melhores promoções das lojas, ou ao chegar num restaurante o cardápio é oferecido instantaneamente no seu telefone móvel.

    Segundo uma pesquisa da Gartner Research, o investimento em mobile marketing e publicidade a nível mundial crescerá mais de 70% durante 2009, atingindo assim um volume de investimento superior a 913 milhões de dólares.

    O que chama a atenção é o poder que tal tecnologia tem apresentado no mundo. É o caso da T-Mobile, empresa de telefones e celulares, que promove campanhas publicitárias bastante sugestivas.

    Assim como já havia acontecido em Liverpool…
    T-Mobile em Liverpool

    …a empresa enviou um convite com data, local e horário por SMS, para que as pessoas se reunissem para mais um de seus “eventos incríveis”. E olhem no que deu: 13 mil pessoas cantando “Hey Jude” dos Beatles, na Trafalgar Square. Realmente fabuloso!
    T-Mobile na Trafalgar Square

    Em Vitória ainda não conheço nenhuma empresa ou estabelecimento que utilize o Mobile Marketing como forma de publicidade. Mas acredito que não estamos longe de ver isso acontecer.

    A Cervejaria Devassa, que está sendo instalada na Praia do Canto, por exemplo, já montou uma rede de Bluetooth, apostando no Mobile Marketing / Advertising em outros 30 bares de sua linha espalhados pelo Brasil. No lançamento da tecnologia foram enviados gifts com a promoção da casa e um mobile game com o jogo da memória. Tudo isso para construir e reforçar sua marca.
    Confira:

    Promoção Devassa

    Promoção Devassa

    Jogo da Memória - Devassa

    Jogo da Memória - Devassa

    @marcellemar

  • What are you doing?

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    Inspirado em um software para rastreamento de táxis surge em março de 2006 o maior sucesso digital da atualidade: o Twitter. Criado pelo Norte Americano Jack Dorsey (@jack) a rede social twitter possui cerca de 44,5 milhões de usuários dos quais cinco milhões são brasileiros, todos com a finalidade de responder, em no máximo 140 caracteres uma pergunta: What are you doing?. Mas o twitter está longe de ser apenas uma rede social. Como afirma o próprio criador: “o twitter, é uma ferramenta de comunicação”. Seu uso se estende desde interação de empresas com clientes, troca de links, partilha de interesses, distribuição de notícias à mecanismo de chat com uma forma mais informal.

    O sucesso do uso do twitter como ferramenta de divulgação é incontestável. É claro que é preciso saber como comunicar; saber o que dizer, a quem dizer e em qual hora dizer, é fundamental. De nada vale a ferramenta se o quem o manuseia não o faz de maneira correta. Quer divulgar algo hoje? Não me conteria em te indicar o twitter, apesar de ainda haver um número considerado de pessoas que desconhecem ou reprovam o uso do twitter.

    De acordo com algumas pesquisas 92% das pessoas vão à rede atrás de informação, e 97% clicam nos links postados, logo, em cada 10 pessoas que te seguem cerca de nove leram o que você está dizendo. Acredito que um dos grandes fatores que determinam esses incríveis números é o limite de se escrever em 140 caracteres. Está aí a sacada do Twiter: mensagem curta e direta. Uma frase mais um link, simples assim.

    Há casos e casos de sucesso com o uso da ferramenta como o da empresa de computadores Dell (@DellOutlet) que gerou uma quantia de $3 milhões em vendas pelo twitter. Um representante da empresa afirma que “receita para o sucesso são as promoções exclusivas feitas para o Twitter e que os usuários tem espalhado a notícias para os seus contatos gerando um grande buzz através de inúmeros re-tweets.”

    O fato é que mudou a forma de compra. A facilidade de comprar pela internet tornou hábito para grande parte da sociedade, logo, a forma de vender deve acompanhar esse avanço do comportamento social.

    Mas nada melhor do que sentir na pele o ‘’efeito-twitter’’. Nós da Ecos Jr. nos surpreendemos, ao constatar que no primeiro dia em que o site da empresa estava no ar, tivemos mais de 800 visitas. Grande parte (eu diria uns 90%) ocasionada pela divulgação no “Santo Twitter”.

    Bom, agora é esperar e ver se o twitter não é mais uma modinha que está destinada a acabar, assim como o também tão popularizado Second Life, (uma mistura de simulador, rede social e comércio virtual) que teve seu auge em 2007 e ocasionou uma corrida de empresas inaugurando suas sedes virtuais que hoje são terrenos abandonados.

    @mailsondutras