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Nike | The Write Future Press Kit
- by Isabella Mariano
Press Kit (PK) é um recurso usado no ramo da comunicação – assessoria de imprensa ou relações públicas – cujo objetivo é gerar maior visibilidade para a empresa assessorada. Porém, são geradas muitas discussões acerca de sua composição – como e o quê. Isso porque quanto mais criativo e inovador for o PK, maior a capacidade de inserir a empresa no mapa dos meios de comunicação.
A ferramenta, que também pode ser chamada de Pacote de Imprensa, geralmente é constituída de brindes promocionais, fotos para divulgação, amostra ou réplica do produto em questão, credenciais e qualquer coisa a mais que a assessoria da empresa considere necessário para uma cobertura jornalística. Mas justamente por existir um intenso debate sobre como é um bom PK é que ele também pode ser um website restrito a jornalistas, um CD multimídia ou até mesmo um dossier. Isso varia muito dependendo da finalidade desejada.
Dessa forma, a Nike, em sua campanha “Write the future”, distribuiu um press kit feito pela designer Diem Chau em um trabalho da Wieden+Kennedy que tinha em sua composição mini esculturas de vários jogadores de futebol feitas em giz de cera. São eles: Frank Ribery, Christian Ronaldo, Fabio Cannavaro, Didier Drogba, Wayne Rooney e Robinho. A campanha faz propaganda da marca – famosa por seus produtos esportivos – interligando-a com a história desses jogares mundialmente conhecidos.
A repercussão está sendo extremamente positiva e, particularmente, é uma boa referência para quem deseja usar esse recurso em sua empresa. A criatividade do projeto é o que o destacou e, com certeza, tem atingido seu objetivo.
Tweet isto!Air Guitar
- by Amanda
Semana em que comemoramos o Dia Internacional do Rock, me permiti fazer um post sobre algo relacionado à música também. Eu, ouvinte fiel do bom e velho rock’n roll, não posso negar que pratico uma outra atividade comum aos que gostam de música e, em especial, de instrumentos musicais.
Quem nunca se pegou tocando um instrumento imaginário durante aquela música preferida? Fazendo solos e mais solos de guitarra, baixo, bateria, saxofone ou qualquer outro instrumento… no ar? Essa brincadeira tem nome, chama-se Air Guitar ou Air Drums ou Air e o instrumento que você toca. Esse tipo de atividade é levada a sério por muita gente, há até campeonatos de Air Guitar.
Para deixar a brincadeira mais divertida, vale escolher o guitarrista preferido, o modelo da guitarra, a cor e, o mais importante, a música a ser tocada. No site Air Guitar Brazil, você pode acompanhar os últimos vencedores, saber um pouco mais da história do air guitar e quem são os últimos brasileiros vencedores da modalidade.
Uma das coisas mais legais do Air Guitar é que você pode ser o astro do rock que quiser e mandar ver na performace! Vale a pena observar qual é o estilo do guitarrista que você admira e tentar reproduzir os movimentos, as danças e os toques na guitarra. Mesmo não entendendo NADA do instrumento dá pra brincar e se divertir bastante.
Confira um vídeo da final mundial de 2009!
Tweet isto!Rock Around the Clock
- by Veronica Tostes
O rock é daqueles ritmos difíceis de classificar. Ele não tem uma só cara. Vai das baladinhas dos primeiros anos dos Beatles, na década de 60, até o punk nos anos 80. Do rebolado de Elvis, nos anos 50, até os gritos de Kurt Cobain nos anos 90. E quantas vezes você já ouviu falar que o rock morreu? Embora muita gente venha sentenciando a morte do gênero, desde a sua “criação”, ele continua entre nós, é claro, de uma forma diferente dos anos dourados das décadas passadas. E muitas pedras ainda continuarão a rolar.
Há 25 anos, a ONU instituiu o Dia do Rock. Todo ano esse dia é comemorado por milhões de roqueiros, mas o que não sabemos é que tudo começou em 1985, com um mega show para arrecadar fundos e contribuir com o combate à miséria e à fome na África, o Live Aid. O Live Aid – organizado pelo vocalista da banda Boomtown Rats, Bob Geldof – contou com a participação de grandes nomes do rock e do pop mundial, como Paul McCartney, The Who, Elton John, Boomtown Rats, Adam Ant, Elvis Costello, Black Sabbath, Sting, Brian Adams, U2, Dire Straits, David Bowie, The Pretenders, Santana, Madonna, Eric Clapton, Led Zeppelin, Duran Duran, Bob Dylan, Lionel Ritchie, Rolling Stones, Queen, Beach Boys, entre outros.
E, desde 13 de julho de 1985, outros mega shows foram produzidos, sempre com o mesmo conceito: rock e responsabilidade social, como o Live 8, de 2005, maior e com shows em mais países – um deles o Rio de Janeiro – para pressionar os países ricos, líderes do G8, a perdoar a dívida dos países pobres. O rock não se limita apenas à música. É visível na moda e no cinema as influências desse estilo musical. São vários os filmes que mostram a vida dos grandes ícones do rock ou fazem menção ao modo de vida. “O Prisioneiro do Rock” com Elvis Presley, “Rock Star” com Jennifer Aniston, “A Fera do Rock” a história de Jerry Lee Lewis, um dos maiores músicos de todos os tempos, e muitos outros. A influência do rock na moda vai muito além das estampas em camisetas. Podemos citar os shows dos Guns N’ Roses que eram marcados sempre pela interrupção para trocas de roupas de Axl Rose, afirmando o grupo como influência da moda nos anos 90. Dessa forma, Axl inspirou gerações inteiras com suas peças únicas, no estilo glam-rock e que até hoje encontramos influência nas roupas e acessórios em geral. Outro famoso cantor que influenciou o mundo da moda foi Kurt Cobain. Contribuiu tanto que seu estilo musical – o grunge – é também o nome de um estilo de se vestir. Aparência desleixada, cabelo desgrenhado e o xadrez volta e meia aparecem como tendência nas passarelas mundo afora.

E como, para buscar inspiração, eu estava escutando Led Zeppelin, vamos fechar o post com eles. Bom Dia Internacional do Rock para todos! \,,/
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Você é um workaholic?
- by Priscilla Calmon
A onda dos viciados em trabalho invade as empresas e prejudica a vida social dos profissionais
Cada vez mais presentes nas sociedades contemporâneas, os workaholics, ou “viciados em trabalho”, mostram que a tendência da atualidade é o aumento do número de pessoas que colocam a vida profissional acima de qualquer coisa.
O termo criado pelos norte americanos, através de uma combinação de alcoholic (viciado em álcool) e work (trabalho), dá nome à síndrome dos viciados em trabalho, que se chama workaholic. Essas pessoas podem ser identificadas como aquelas que estão sempre envolvidas em atividades e não se desligam do trabalho, mesmo fora dele. Elas colocam a vida pessoal em segundo plano, não tendo tempo para amizades, família e relacionamentos amorosos.
Os viciados em trabalho sempre existiram, entretanto é importante ressaltar o cenário perfeito que as pessoas têm encontrado na atualidade para que se tornar um workaholic em potencial. A alta competitividade do mercado, somada à necessidade pessoal de provar algo a si mesmo, como também o desejo de status, produz todo o ingrediente necessário para existência dos workaholics.
Detectar esse transtorno psicológico nos profissionais tem se tornado mais difícil, uma vez que os excessos cometidos por aqueles que têm obsessão pelo trabalho muitas vezes são considerados virtudes de alguém que almeja ser reconhecido por aquilo que faz. Porém, na saga de se tornar um vencedor, essas pessoas não devem se esquecer da qualidade de vida e nos malefícios que o excesso de trabalho pode causar para seu estado físico.
O ponto chave para a melhora da relação entre funcionário e trabalho é que essas pessoas percam o medo do fracasso e façam com que o trabalho seja sinônimo de equilíbrio, satisfação pessoal e bem estar profissional. É preciso que elas deixem de ser uma workaholic e passam a ser um “worklover”, que são os apaixonados por trabalho, mas que têm uma postura muito mais equilibrada e apta a lidar com a vida profissional e pessoal, sem prejudicar uma em detrimento da outra.
Confira o teste do Portal Exame, que irá lhe mostrar se você já é um viciado em trabalho:
http://portalexame.abril.com.br/static/aberto/testes/workaholic/workaholic.html
Tweet isto!Nota 10 pra Caboré!
- by Poliana Pedrini
Pra quem ainda não conhece, o Caboré é um prêmio instituído pelo jornal Meio & Mensagem desde 1980, destinado a homenagear profissionais e empresas que se destacam em seus respectivos setores de atuação e que contribuem de alguma forma para o avanço da área de comunicação no mercado brasileiro. Ao todo são 13 categorias premiadas.
O mais interessante do vídeo, sem querer quebrar o mistério, é a forma que os profissionais de outras áreas caracterizam a vida de um publicitário como “um mar de rosas”. Não querendo falar mal da nossa profissão e nem ofender os apaixonados pela publicidade, mas quem convive nesse meio sabe que a vida não é tão bela assim: dormir até meio dia, entrada liberada em todas as festas, lugares reservados nas áreas VIPs…
Mas vale a pena conferir o que passa na cabeça das outras pessoas quando o assunto é publicidade!
Poliana Pedrini
Tweet isto!Graciano #1: Azul
- by Isabella Mariano
O grupo de discussão e produção literária Cronópio lança hoje a edição número um da revista Graciano. Ainda que o enfoque esteja nos livros do escritor capixaba Francisco Grijó e na matéria sobre o Programa Vice Verso, a nova edição também explora obras de Milena Paixão e textos dos próprios integrantes.

Segundo o professor orientador do projeto, Erly Vieira Jr., o objetivo dessa edição é ampliar as ações da primeira, ou seja, ajudar a formar público para a produção literária do Espírito Santo. Além disso, o grupo assume um objetivo duplo: estimular não só a produção literária no estado, mas também incitar o desenvolvimento do jornalismo cultural no circuito literário. Os estudantes também afirmaram que a próxima edição já está em andamento.
A diagramação, que nessa edição foi dominada pelo azul, ficou por conta dos alunos Daniel Fernandes e Mainá Loureiro. Já o conteúdo foi desenvolvido por toda a equipe editorial. Para conferir a novidade, basta entrar no site da revista e ler a Graciano nº1 pelo Issuu.com.
Tweet isto!Happiness Machine
- by Vitor Castelo
A Coca-Cola criou uma suposta máquina da felicidade e a colocou dentro de um campus universitário. Resultado? Confira no vídeo abaixo:
Tweet isto!Laranja irritante
- by Diovana
Em homenagem a todos aqueles que estão no final do período na faculdade, com muitos e muitos trabalhos, resolvi postar hoje algo mais leve, para relaxar.
São alguns vídeos de uma série que anda fazendo sucesso na web, The annoying orange. A série é em inglês e retrata episódios da vida de uma laranjinha que vive irritando quem ela encontra pela frente. Aí vai:
Tweet isto!Eles não arrasam só no campo
- by Thaísa Côrtes
Não só de bola vive um jogador de futebol. Você acha que o Cristiano Ronaldo está fazendo fortuna apenas com seu chute de direita, seus gols e comemorações? Um rosto bonito faz toda a diferença nesse campo, principalmente fora.
Nada contra os jogadores talentosos e horrorosos (desculpa Ribéry), mas os jogadores belos são alvos frequentes de marcas mundialmente famosas como Coca-Cola, Giorgio Armani, Nike, Adidas e Pepsi, que utilizam os bonitões para vender, vender e vender.
David Beckham, o galã inglês que nas horas vagas joga futebol, é garoto-propaganda de seis marcas. Segundo a France Football, revista francesa sobre futebol mundial, Beckham é o jogador mais rico do mundo. O meia inglês recebe em torno de US$ 40 milhões anualmente. A maior parte de patrocinadores como Adidas, Motorola e Giorgio Armani. E mesmo assim, nunca cansamos de vê-lo na tv, nas revistas.
Não podemos esquecer de citar o português Cristiano Ronaldo e o brasileiro Kaká como uns dos jogadores que mais faturam estampando seus rostinhos em uma campanha, segundo e terceiro mais bem pagos do mundo, respectivamente.
E por que utilizam jogadores e não modelos para serem garotos-propaganda? Além do corpinho invejável, eles possuem visibilidade, são mundialmente conhecidos, perseguidos por paparazzi, idolatrados por jovens, crianças e claro, craques do esporte mais popular do mundo. Quer mais alguma coisa?
Quem tem medo de ser trainee?
- by Carina Couto
Fazemos o processo seletivo, morremos de ansiedade para saber o resultado e no fim, recebemos um telefonema. Pronto, ficamos todos felizes com a vaga conquistada, mas e agora? O que fazer?
Como trainee da Ecos Jr. que sou, nada mais adequado do que eu mesma falar dos medos que nos assombram ao entrar em uma empresa. Não importa o seu tamanho, cor, sexo, ser novo em qualquer lugar é sempre difícil. Sempre temos aquela sensação de que estamos fazendo alguma coisa errada e ficamos os mais duros possíveis no lugar, tipo “se alguma coisa der errado, a culpa não foi minha, vai brigar com o outro trainee”.
Na Ecos Jr, por exemplo, temos alguns casos curiosos e até mesmo engraçados que acontecem no dia-dia. Quando o telefone toca é sempre aquele nervosismo por parte dos novos trainees, sempre ocorre uma embolação na hora de falar e quando desligam o telefone rola aquele alívio. Outro momento de tensão ocorre quando é a sua vez de ficar sozinho na empresa, e se chegar algum cliente nessa hora? E se o marceneiro resolver entregar os móveis? E se…?
Brincadeiras a parte, essa é uma situação que devemos administrar com cuidado, não podemos deixar que a vergonha, medo e afins nos atrapalhem de trabalhar e de crescer dentro da empresa. Afinal é a nossa primeira experiência e devemos aproveitar o máximo possível.
Empresas podem ser assustadoras, pelo menos no início, mas depois de um tempo a gente vê que nem tudo é um bicho de sete cabeças. As coisas podem ser resolvidas com conversas, descontrações e a integração do grupo com que se trabalha é fundamental. No fim das contas, vemos que ser trainee numa empresa é algo realmente válido e tem vários pontos positivos, mas isso aí já é assunto para um próximo post.
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