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	<title>Comentários sobre: Será o fim da assessoria de imprensa?</title>
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	<description>Empresa de Comunicação Social Júnior da UFES</description>
	<lastBuildDate>Fri, 10 Feb 2012 04:03:53 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Por: Marcelle Desteffani</title>
		<link>http://www.ecosjr.com.br/2010/03/07/sera-o-fim-da-assessoria-de-imprensa/comment-page-1/#comment-338</link>
		<dc:creator>Marcelle Desteffani</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 21:10:52 +0000</pubDate>
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		<description>Só para confirmar Darsh, a Ecos Jr. ainda usa os releases na assessoria de imprensa de clientes e até mesmo da empresa. Mas, (modéstia a parte) como estudantes antenados que somos, já nos inserimos em outros meios e divulgamos muito do nosso trabalho através do twitter, por exemplo.

O que nossa empresa faz já é também realizado por diversas outras empresas capixabas da área de comunicação. O twiter &quot;tomou conta&quot; do ambiente de trabalho e jornalistas hoje se utilizam dele como complemento, especialmente na assessoria de imprensa.

Na empresa em que trabalho, fora da Ufes, isso já acontece. E como já percebi, também observando nossas concorrentes, há um certo cuidado na divulgação dos assuntos. Espera-se que outros veículos, especialmente o jornal impresso, publiquem primeiro, antes de soltar a informação para outras mídias (quando isso é possível).

E só pra fechar, também não concordo com essa ideia de supressão de determinadas mídias em função do surgimento de outras. Não aconteceu com o rádio, nem com o jornal impresso, muito menos com a TV. A adaptação das empresas às novas mídias é fundamental e só tende a acrescentar para a sociedade em geral, que receberá mais conteúdo. Só basta saber se o conteúdo é realmente confiável, mas isso é papo pra uma outra conversa.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Só para confirmar Darsh, a Ecos Jr. ainda usa os releases na assessoria de imprensa de clientes e até mesmo da empresa. Mas, (modéstia a parte) como estudantes antenados que somos, já nos inserimos em outros meios e divulgamos muito do nosso trabalho através do twitter, por exemplo.</p>
<p>O que nossa empresa faz já é também realizado por diversas outras empresas capixabas da área de comunicação. O twiter &#8220;tomou conta&#8221; do ambiente de trabalho e jornalistas hoje se utilizam dele como complemento, especialmente na assessoria de imprensa.</p>
<p>Na empresa em que trabalho, fora da Ufes, isso já acontece. E como já percebi, também observando nossas concorrentes, há um certo cuidado na divulgação dos assuntos. Espera-se que outros veículos, especialmente o jornal impresso, publiquem primeiro, antes de soltar a informação para outras mídias (quando isso é possível).</p>
<p>E só pra fechar, também não concordo com essa ideia de supressão de determinadas mídias em função do surgimento de outras. Não aconteceu com o rádio, nem com o jornal impresso, muito menos com a TV. A adaptação das empresas às novas mídias é fundamental e só tende a acrescentar para a sociedade em geral, que receberá mais conteúdo. Só basta saber se o conteúdo é realmente confiável, mas isso é papo pra uma outra conversa.</p>
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		<title>Por: Mario Zuany</title>
		<link>http://www.ecosjr.com.br/2010/03/07/sera-o-fim-da-assessoria-de-imprensa/comment-page-1/#comment-326</link>
		<dc:creator>Mario Zuany</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Mar 2010 23:19:41 +0000</pubDate>
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		<description>É evidente que novas formas de comunicação tem, cada qual, suas particularidades. Isso porém não implica na anulação do antigo mas sim vem a acrescentar algo novo.

Dessa forma, concordo plenamente com o Frederico no que se refere em &quot;A meu ver há uma retroalimentação, há comunicação e realinhamento. Há espaço para a coexistência e a complementação.&quot;

Agora mais espeficicamente sobra a assessoria de imprensa, indico esse o artigo do Cardoso (http://www.contraditorium.com/2009/06/21/hasta-la-vista-jornalista/) na qual ele discute um pouco sobre sua principal função: proteger o cliente de si mesmo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É evidente que novas formas de comunicação tem, cada qual, suas particularidades. Isso porém não implica na anulação do antigo mas sim vem a acrescentar algo novo.</p>
<p>Dessa forma, concordo plenamente com o Frederico no que se refere em &#8220;A meu ver há uma retroalimentação, há comunicação e realinhamento. Há espaço para a coexistência e a complementação.&#8221;</p>
<p>Agora mais espeficicamente sobra a assessoria de imprensa, indico esse o artigo do Cardoso (<a href="http://www.contraditorium.com/2009/06/21/hasta-la-vista-jornalista/" rel="nofollow">http://www.contraditorium.com/2009/06/21/hasta-la-vista-jornalista/</a>) na qual ele discute um pouco sobre sua principal função: proteger o cliente de si mesmo.</p>
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		<title>Por: frederico carneiro</title>
		<link>http://www.ecosjr.com.br/2010/03/07/sera-o-fim-da-assessoria-de-imprensa/comment-page-1/#comment-325</link>
		<dc:creator>frederico carneiro</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Mar 2010 22:58:36 +0000</pubDate>
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		<description>Não sei qual é a tara, mas não dá pra negar que existe um grupo de pessoas - não organizados, é claro - que adora apontar o &quot;novo&quot;, a ser usado a exaustão; e o velho, decadente e destinado ao esquecimento. Raciocínios superficiais como esses lotam os meios, seja os colaborativos ou mesmo a mídia impressa. Ambos sucumbem.

A meu ver há uma retroalimentação, há comunicação e realinhamento. Há espaço para a coexistência e a complementação. Há, até mesmo, espaço para submissão. Há que se pensar a complexidade do comportamento humano, não o &quot;preto e branco&quot; desse tipo de análise.Só essas pessoas que não enxergam isso. Daí criam falsas polêmicas que se estendem por listas em debates acalourados que, além de não chegar a lugar nenhum, funcionam como terapia aos necessitados em falar sempre do novo.

É quase uma síndrome. É semelhante ao comportamento de nós, jovens. Nossos pais estão sempre errados, ultrapassados e &quot;por fora&quot;. Uma hora essas pessoas acordam, viúvas de suas convicções e a clamar por novas idéias, desde que sejam capazes de substituir o velho, o instituído, num movimento semelhante ao toque dos teclados. Uma letra sucede a outra, sem poderem ser apertadas juntas ou em sequências variadas, sem correr o risco de não fazer sentido ao leitor.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não sei qual é a tara, mas não dá pra negar que existe um grupo de pessoas &#8211; não organizados, é claro &#8211; que adora apontar o &#8220;novo&#8221;, a ser usado a exaustão; e o velho, decadente e destinado ao esquecimento. Raciocínios superficiais como esses lotam os meios, seja os colaborativos ou mesmo a mídia impressa. Ambos sucumbem.</p>
<p>A meu ver há uma retroalimentação, há comunicação e realinhamento. Há espaço para a coexistência e a complementação. Há, até mesmo, espaço para submissão. Há que se pensar a complexidade do comportamento humano, não o &#8220;preto e branco&#8221; desse tipo de análise.Só essas pessoas que não enxergam isso. Daí criam falsas polêmicas que se estendem por listas em debates acalourados que, além de não chegar a lugar nenhum, funcionam como terapia aos necessitados em falar sempre do novo.</p>
<p>É quase uma síndrome. É semelhante ao comportamento de nós, jovens. Nossos pais estão sempre errados, ultrapassados e &#8220;por fora&#8221;. Uma hora essas pessoas acordam, viúvas de suas convicções e a clamar por novas idéias, desde que sejam capazes de substituir o velho, o instituído, num movimento semelhante ao toque dos teclados. Uma letra sucede a outra, sem poderem ser apertadas juntas ou em sequências variadas, sem correr o risco de não fazer sentido ao leitor.</p>
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