Como começar a fazer parte do mundo dos anúncios?
- by Amanda
Logo no primeiro estágio, em seu primeiro Job, você deve desenvolver um layout para itens de papelaria, ou para um catálogo, ou para panfletos, ou para cartazes. Pausa.
Bom, sabe-se que, como profissionais de comunicação, temos responsabilidades. Além de lidarmos com pessoas, levamos informação até elas, fazemos com que elas se comuniquem entre si e, mais especificamente no caso da publicidade, se comuniquem com o mercado, com o consumo, com elas mesmas. A função é delicada. Neste universo de anúncios, imagem é tudo. Um deslize e corre-se o risco de, além de perder o cliente, fazer com que a marca e o produto fiquem com uma imagem negativa. Por isso, não importa somente O QUE se diz, mas COMO se diz.
Não importa em que área da comunicação atuemos, somos críticos. Lemos anúncios e criticamos não só seu conteúdo, mas também sua estrutura. Volta.
Um dos livros que mais me auxiliou e incentivou na descoberta desse mundo fascinante que são os impressos, foi “Design para quem não é Designer”, do autor Robin Williams. Tipografia, alinhamento, cores, prioridades. Escrito em uma linguagem simples e direta, esse livro é ótimo para quem quer saber o básico do design e por onde começar a caminhar, e quais caminhos evitar. Exemplo? Sempre achei que centralizar tudo fosse o máximo e resolveria a maioria dos problemas. Descobri que centralização do texto nem sempre é o que o layout necessita, às vezes não chama atenção.
Se você não teve aula com David Protti, ou teve e não lembra o que é PREGNÂNCIA, fica a dica para descobrir umas das coisas mais importantes que há na fixação do conteúdo e da imagem. Chame a atenção pela forma, pela disposição. Fique na mente do leitor, do consumidor. E lembre-se sempre: Menos é mais!
Boa leitura.

