Month: novembro 2009

Da Escola de Frankfurt para a atualidade

 - by Ecos Jr

Ceia

Quem lê não acredita de imediato que a escola de Frankfurt surgiu há tanto tempo atrás. Não é preciso ser conhecedor pleno do assunto para perceber que os pensadores alemães estavam há anos luz de seu tempo. Isso porque em suas teorias, já era possível perceber aspectos que nos são comuns como, por exemplo, a banalização da cultura ou mesmo a apropriação de bens culturais no cotidiano.

Um caso curioso, praticamente uma “premonição” dos frankfurtianos, é a apropriação de referências de obra de arte feita pela publicidade. O site Worth1000 mostra clássicos da arte sendo usados para anúncios dos mais variados tipos, feito com as mais renomadas obras, como por exemplo, a grande ceia, de Leonardo da Vinci. Confira os anúncios no site: http://fx.worth1000.com/contests/12920/missing-title#entries

A publicidade se destaca cada vez mais pela representação da vida como recurso de aproximação entre cliente e produto, e esse é mais um exemplo nítido do oportunismo da publicidade. Os anúncios inusitados são fictícios, mas se levarmos em consideração o avanço dos recursos e o aumento da necessidade de consumo do mundo moderno, não é de se espantar quando nos depararmos com alguma página de revista usando tal estratégia, comprovando definitivamente as “premonições” dos pensadores da escola de Frankfurt.

cupido

@raromulo

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Compre o detergente do Che Guevara

 - by Ecos Jr

Artigo é uma palavra que provoca arrepios em alguns estudantes de comunicação, não a toa, por mais interessantes e importantes que  sejam, as vezes eles são tantos, e muitos, e infinitos, para apenas um semestre. Dá pena descartar alguns, mas é dificil dar conta… um beijo professores.

Bem, na verdade, basta entrar em algum site que hospede artigos para ler algum trabalho acadêmico de comunicação ou afins para ver que eles são tantos, muitos e infinitos para qualquer prazo.
Por outro lado muitos são imperdíveis, principalmente se você focar um tema específico e estudar todas as discussões acerca dele,  você se sente apto a contribuir com aquele assunto e embora a maioria pense muito e quase tão somente no mercado de trabalho, é mais ou menos também para isso que você está na universidade.
Antes que eu leve mais 30 linhas pra falar o que queria desde a primeira palavra, segue abaixo o link do artigo “Compre o detergente do Che Guevara” de Nilton Hernandes, indicado pelo professor Alexandre Curtiss para aqueles que se interessam por discussões no campo da publicidade. O artigo é divertido, bem fundamentado e apresenta a discussão do uso de símbolos socialistas para fins capitalistas. Se você estiver muito sem tempo pelo menos dê uma olhadinha nos anúncios usados para a construção do texto, são imperdíveis!
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Até que ponto o jornalismo é imparcial?

 - by Marcelle Desteffani

É incrível como ouço críticas sobre a Revista Veja constantemente. Estive me questionando sobre isso ultimamente. O jornalismo está longe de alcançar os critérios de objetividade e imparcialidade propostos como pontos fundamentais da profissão. É lógico, o ser humano é subjetivo. Tudo o que pensa e acredita é fruto de convicçoes transmitidas por seus antepassados e adquiridas ao longo de sua vida.

Mas observemos o caso da Veja. Esta semana a manchete: Lula, o mito, a fita e os fatos, foi estampada para introduzir uma reportagem sobre o filme Lula, o Filho do Brasil. E olhem a linha fina da matéria: “O filme Lula, o Filho do Brasil faz parte de um projeto de endeusamento do presidente, o que, às vésperas de uma eleição, entra na categoria de propaganda política. Lula tem uma bela história de vida, foi um líder sindical de resultados e é um presidente da República eficiente e amado, mas ele só tem a perder se se deixar transformar em mito vivo”. Preciso dizer alguma coisa?
E quem não se recorda da cobertura exaustiva sobre o caso da Isabela Nardoni. O Brasil realmente parou. Nada mais acontecia naquele momento. Na primeira semana após o crime, Veja trouxe seis páginas mostrando outros casos de assassinato. Mas já era assassinato?

Sem contar as adjetivações que a revista empregou em outra reportagem sobre o caso. Anjo para Isabela, monstro para os padrastos, o que delineou o perfil dos suspeitos como culpados antes mesmo do julgamento. Veja, aliada aos outros meios de comunicação causaram nos leitores / espectadores uma comoção sem fim, e confesso, fui contaminada.

Só mais uma para fechar: em 2008 uma das capas recebeu a frase: Quem cheira mata. Tudo bem que os usuários de drogas contribuem para o aumento dos índices de criminalidade, e que boa parte dos assassinatos foram cometidos por pessoas entorpecidas. Mas isso só foi mostrado dentro da revista. Quem para pra ler somente a capa (a maioria dos brasileiros) vê uma coisa totalmente distorcida: todo usuário de droga é assassino.

Não estou aqui para defender os usuários de drogas, muito menos atacar a Veja. Observei o caso da revista somente para levantar as seguintes questões: até que ponto existe imparcialidade no jornalismo? Até onde meus princípios não são atingidos? Deveria-se pensar mais sobre: o que eu acredito é valido para a maioria das pessoas? O que falta realmente no jornalismo (além de muitas outras coisas) é um pouco mais de senso crítico, de auto-observação. Fica a dica aos futuros jornalistas, assim como eu.

@marcellemar

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Cinemecos: o caso “Cães de Aluguel”

 - by Ecos Jr

Se passou nessa sexta-feira, 20 de novembro. O Metrópolis estava lotado, uma galera estava ansiosa para assistir ao filme de Quentin Tarantino.

Tudo parecia bem, o filme estava em mãos, meio dia se aproximava. Foi quando @mainamaina se deparou com o problema. Nas costas da capa do DVD constava: duração 150 min. Mas como? Será que @luizammaciel não conferiu esse detalhe? – pensou ela. Com o horário que tínhamos disponível, o filme tinha que ter menos de 2 horas.

A menos de 1 km dali, em alguma sala do IC II, @luizammaciel tentava se dar bem na prova de sociologia, quando foi informada do impasse. Como era possível – pensou ela em meio a pensamentos de Giddens – @lucasbraganca @rhannaoak@getuliojardim me garantiram que o filme tinha 99 minutos! E realmente, assim consta nos conhecidos sites de cinema IMBd, CinePlayers, Adorocinema.

Mas não era hora para lamentos. Lá no Metrópolis todos pensavam em uma solução, frente ao público que esperava ansioso. Sem mais delongas, @lucasbraganca@amandavaca voaram até a locadora mais próxima na busca de outro filme de Quentin. Com “Grande Hotel” em mãos, @amandavaca corre como nunca de volta ao Metrópolis. E assim, as 63 pessoas que permaneceram na sala do cinema puderam assistir e rir bastante com o filme.

Mas e “Cães de Aluguel”, como fica? É verdade, não podemos deixar passar em branco. E nem vamos! Por isso mesmo, já está marcado na agenda do Metrópolis:

Cães de Aluguel

Quentin Tarantino

Nessa Terça-feira (24/11)

12h

Cine Metrópolis

Sejam 150 minutos, sejam 99, não importa. “Cães de Aluguel” vai estar nas telas do cinema nessa terça. Nos desculpamos pela confusão,

@luizammaciel

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Quanto vale essa idéia?

 - by Ecos Jr

Esta semana iniciamos nosso primeiro projeto de marketing voltado para um cliente. E além de primeiro, para fora do estado, mais precisamente para uma empresa mineira que quer agir também em solo capixaba. Foi então que nos deparamos com uma questão pouco discutida nas aulas e no meio da comunicação: o preço das idéias.

Encontramos muitas listas padronizadas que intitulam preços para diversos serviços, como as feitas pelos Sinapros (link: http://www.fenapro.org.br/) de cada estado (link: http://www.sinapro-es.org.br/). Porém, essas tabelas são mais voltadas para o produto publicitário, especificamente para o trabalho gráfico. As idéias, estratégias, ações de publicidade e principalmente de marketing, não possuem tabela própria, tornando díficil a concepção de um orçamento que soe padrão ou justo para todo tipo de cliente.

Torna-se então um desafio, para quem concebeu a ação, convencer o cliente de que o valor é justo. Muitos autores como Azevedo & Pomeranz, calculam o valor da estratégia pelo resultado que elas geram no público, multiplicando o custo da ação por mil e dividindo o resultado, conhecido como CPM (Custo por Mil), pelo número de pessoas atingidas. Outros, preferem incluir um valor percentual ao custo da ação, aumentando essa porcentagem no valor final, formando assim seu lucro.

Ao certo, sabemos que cada estratégia é pensada, testada, efetivada e averiguada pelo processo de marketing então, podemos calcular um preço, através do tempo gasto e do nível de dificuldade que a ação exigiu do grupo. E é aí que vai se encontrar o valor dessa idéia.

@getuliojardim

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Vitória Cine Vídeo em sua 16ª edição

 - by Diovana

Este ano ocorre a 16ª edição do Vitória Cine Vídeo, festival capixaba que oferece programação gratuita de cinema e vídeos que foram produzidos recentemente por todo o Brasil e que eu, particularmente, gosto muito.

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O evento promove uma série de atividades para os participantes como oficinas, debates, palestras, encontros voltados para a capacitação e a reciclagem dos profissionais e amantes da área audiovisual.

A programação conta com o Cine Galpão Itinerante, que percorrerá bairros de Vitória e transformará praças, ruas e escolas em cinemas ao ar livre, aproximando as comunidades do universo audiovisual. Há também o Cinema na Praia, uma apresentação de um longa-metragem nacional em um telão montado na beira da praia da Curva da Jurema. Durante a semana do Vitória Cine Vídeo ocorre ainda Concurso de Flipbook, Crítica Cinematográfica, lançamento de livros e o Festivalzinho de Cinema, que oferece um conteúdo especial para o público infanto-juvenil.

O resultado dos trabalhos selecionados para a 13ª Mostra Competitiva Nacional – que faz parte do evento, foi divulgado na semana passada, no dia 11 de novembro. Das 86 obras selecionadas, entre filmes, vídeos e animações, 14 são capixabas.

E para não dizer que o festival não valoriza e estimula a produção do estado, o Vitória Cine Vídeo promove o Concurso de Roteiro Capixaba, que premia roteiros escritos por autores residentes no Espírito Santo, em que o vencedor recebe como prêmio equipamentos e dinheiro para a realização da obra audiovisual. No ano de 1998, o vencedor do concurso foi o professor do departamento de Comunicação Social da Ufes, Erly Vieira Jr., que participou com a obra Macabéa.

Não esquecendo também que o Vitória Cine Vídeo todos os anos presta homenagem a uma personalidade do cinema nacional. Até hoje não me esqueço do ano de 2007 em que a homenageada foi a ilustre e “imortal” Dercy Gonçalves, que encheu o palco de humor e palavrões. Esperemos para saber quem será o homenageado deste ano.

O festival acontece de 30 de novembro a 05 de dezembro, mas o local em que acontecerá a Mostra Competitiva Nacional ainda não foi divulgado. Até 2007 era tradição o Vitória Cine Vídeo acontecer no Teatro Glória, mas (talvez pelas intermináveis obras do teatro), o palco do VCV foi mudado para a Fábrica 747 no ano passado. Enfim, não importa o lugar e sim o conteúdo do Vitória Cine Vídeo, que vale muito a pena conferir!

@diovanarenoldi

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“Pintando com luz”

 - by Ecos Jr
Participantes da Semana de Foto fazem oficina de light painting. Integrantes do Grupo de Foto da Ufes ministram a atividade.

Participantes da Semana de Foto fazem oficina de light painting. Integrantes do Grupo de Foto da Ufes ministram a atividade.

A técnica consiste em pincelar desenhos no ar utilizando uma fonte pequena de luz em um ambiente escuro, enquanto a máquina fotográfica fica parada no tripé por um longo período. Por não haver manipulação digital, as fotos requerem precisão, habilidade e é claro, criatividade. Por isso a singularidade das fotos, que se tornam esboços da imaginação do “pintor” na tela fotográfica.

Para conseguir bons resultados já é de se imaginar que não basta a utilização dos instrumentos certos, é preciso conhecimento teórico. O Grupo levou isso a sério e os integrantes tiveram que conhecer a teoria antes de partir para a dinâmica, afinal a qualidade de resultados é primordial para quem trata a fotografia com responsabilidade.

Assim como a oficina de light painting outras oficinas foram ministradas e as inscrições se encerraram antes mesmo do início do evento, reflexo do sucesso da Semana.

#beijosqueroferias

@rhannaoak

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Interatividade na cobertura de eventos.

 - by Ecos Jr

Há quase exatamente mais de um ano, quando ainda eramos calouros, eu e o @ronalson discutíamos sobre a cobertura online de eventos aqui no estado. Muita coisa rolou depois disso, muitos eventos aconteceram e algumas coisas melhoraram.

Os exemplos mais legais de interação que posso citar aqui são o Fórum de Mídia Livre e a Semana de Foto. Ambos utilizam as mesmas tecnologias que, by the way, são gratuitas e simples de serem utilizadas: a transmissão ao vivo por streaming e o Twitter.

Para se transmitir ao vivo não é necessário nada mais do que uma câmera de vídeo (que pode ser muito bem uma webcam) plugada em um computador e uma conexão à internet. Daí basta criar uma conta em sites como Justin.tv, Livestream, Freedocast ou UStream que eles dão conta do recado.

A partir disso seu evento estará disponível para todos assistirem. E agora que entra a parte do Twitter.

Geralmente o que se faz é criar uma hashtag, que nada mais é do que uma palavra antecedida pelo símbolo “#“. O que essa tal de hashtag faz é agregar as mensagens nas quais ela está inserida.

Exemplificando: nas mensagens da Semana de Foto nós utilizamos a hashtag #semanadefoto. Então quando alguém clicar no #semanadefoto em algum twit, ela verá todas as mesagens que, de alguma forma, têm relação com a Semana de Foto.

Dessa forma fica muito mais fácil acompanhar o que está sendo discutindo no evento, fazer perguntas, comentar, reclamar do som entre outras coisas.

Pra finalizar, vale lembrar que as incrições para o Fórum de Mídia Livre estão abertas. Para participar veja a programação aqui faça sua inscrição aqui.

#beijoschorameliga

@mariozuany

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Como começar a fazer parte do mundo dos anúncios?

 - by Ecos Jr

Logo no primeiro estágio, em seu primeiro Job, você deve desenvolver um layout para itens de papelaria, ou para um catálogo, ou para panfletos, ou para cartazes. Pausa.

Bom, sabe-se que, como profissionais de comunicação, temos responsabilidades. Além de lidarmos com pessoas, levamos informação até elas, fazemos com que elas se comuniquem entre si e, mais especificamente no caso da publicidade, se comuniquem com o mercado, com o consumo, com elas mesmas. A função é delicada. Neste universo de anúncios, imagem é tudo. Um deslize e corre-se o risco de, além de perder o cliente, fazer com que a marca e o produto fiquem com uma imagem negativa. Por isso, não importa somente O QUE se diz, mas COMO se diz.

Não importa em que área da comunicação atuemos, somos críticos. Lemos anúncios e criticamos não só seu conteúdo, mas também sua estrutura. Volta.

Um dos livros que mais me auxiliou e incentivou na descoberta desse mundo fascinante que são os impressos, foi “Design para quem não é Designer”, do autor Robin Williams. Tipografia, alinhamento, cores, prioridades. Escrito em uma linguagem simples e direta, esse livro é ótimo para quem quer saber o básico do design e por onde começar a caminhar, e quais caminhos evitar. Exemplo? Sempre achei que centralizar tudo fosse o máximo e resolveria a maioria dos problemas. Descobri que centralização do texto nem sempre é o que o layout necessita, às vezes não chama atenção.

Se você não teve aula com David Protti, ou teve e não lembra o que é PREGNÂNCIA, fica a dica para descobrir umas das coisas mais importantes que há na fixação do conteúdo e da imagem. Chame a atenção pela forma, pela disposição. Fique na mente do leitor, do consumidor. E lembre-se sempre: Menos é mais!

Boa leitura.

54674_0_5@amandavaca

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A singularidade das idéias coletivas

 - by Ecos Jr

Ao compartilhar e colaborar com a produção de idéias, levando-se em conta a interdisciplinaridade, pratica-se um ato de coletividade. O coletivo é um sujeito social ativo, internamente “diferente e múltiplo”, que age com base naquilo que cada singularidade tem em comum. Muitas vezes pode parecer difícil que surjam coletivos em uma sociedade em que as pessoas estão condicionadas a cada vez menos expressar suas singularidades. Mas esses grupos unem-se cada dia mais para colocar seus pensamentos em conjunto e produzir juntando as particularidades de cada um de seus membros. Os coletivos despontam não só como uma forma de estudo ou trabalho, mas como um fenômeno contemporâneo que se manifesta nas artes em geral, nas ciências, filosofias e formas de agir.

A troca de experiências, o trabalho em conjunto, é uma forma bastante eficaz de se aprender algo. Isso porque além do estudo, cada pessoa carrega sua experiência de vida e seu olhar de mundo, os quais possuem um enorme potencial de construir no outro, uma nova ideia. Assim, sem deixar de lado cada individualidade e suas singularidades, os frutos do coletivo têm uma riqueza incomparável de conteúdo, já que o clichê “duas cabeças pensam melhor que uma” é uma grande verdade para esses grupos. Como proclamou Lavoisier desde o século XVIII, “Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma” e já que as transformações são como engrenagens do mundo, os coletivos aparecem como sua superestrutura, oferecendo a base sólida.

Coletivos de fotografia estão por todo país transformando suas idéias individuais numa singularidade praticada e vivida em conjunto. Entre os diferentes resultados gerados, há sempre um toque especial fruto dos múltiplos olhares através das lentes.

Coletivos x Individualismos: uma abordagem fotográfica é o tema principal da Semana de Fotografia que começa amanhã (09). Durante cinco dias, os interessados pela arte de fotografar poderão participar de oficinas, palestras e diversas outras atividades que envolvem o tema: “Coletivos x individualismo: uma abordagem fotográfica”. O evento é promovido pelo Grupo de Foto da Ufes e pela UVV, com apoio da Ecos Jr.

@nataliadevens

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