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O jornalismo realmente atende ao interesse público?
Virou A NOTÍCIA no Espírito Santo nas últimas horas, o caso da coluna “As masmorras de Hartung aparecerão na ONU”, de Elio Gaspari, não publicada no Jornal A Tribuna no último domingo (06). O fato me levou a pensar: até que ponto o jornalismo é imparcial? Na verdade já está mais do que provado, por autores como Adelmo Genro Filho e tantos outros, que isso não é possível. A pergunta melhor seria: até que ponto o meio de comunicação deve expressar sua linha política? Na verdade, o que mais intriga é: o jornalismo é motivado pelo interesse público. Mas, é pelo interesse público que ele trabalha?
A justificativa do jornal para a omissão da coluna foi de que houve falhas técnicas. Mas, quais foram elas? No caso ficou claro que as denúncias de presídios superlotados, presos mortos cruelmente e falta de estrutura no sistema carcerário (quase ignoradas pelos meios de comunicação capixaba) são prejudiciais para o Governo. Este, segundo o conteúdo da coluna, passou como omisso e alheio a tudo o que é vivenciado no Espírito Santo em se tratando de sistema prisional.
E A Tribuna abraçou essa ideia e demonstrou pra quem quisesse ver que segrega sim o conteúdo a ser publicado (mas, qual jornal não faz isso?), e o próprio Elio, quando procurado para responder pelo caso, declarou que o motivo da não publicação está bem claro. O jornalista não publicará mais em A Tribuna.
O fato foi notícia nacional e até internacional . Um assunto que já deveria ter sido discutido exaustivamente no estado e que vai passar como um feio descuido de um Governo que aos meus olhos não ia tão mau assim. O assunto será levado à a 13ª Reunião Anual do Conselho dos Direitos Humanos da ONU e questão agora é: qual justificativa será oferecida por Paulo Hartung?
Se a imprensa fosse um pouco mais independente um assunto tão importante para a sociedade capixaba não teria passado batido durante o tempo de Hartung no comando estadual. Faltou justificativa do governador, faltou bom senso do jornal, faltou informação para a população. Esta que deveria ser o principal foco dos meios de comunicação, acaba esquecida e desconsidera.
@marcellemar -
Será o fim da assessoria de imprensa?
Calma, antes que joguem uma pedra em mim, vou esclarecer que é um post para levantar discussões, e não para dizer “é isso e acabou”. Dito isso, vamos lá.
Todos que estudam e trabalham dentro da Comunicação, estão acostumados com o modelo “quadrado” da assessoria de imprensa. Não disse que é ruim e ineficaz. Pelo contrário. É tão eficiente, que uma das poucas áreas em que o jornalista pode ter um salário melhor é a assessoria de imprensa. Digo modelo quadrado, pois é aquele velho método baseado na produção de press releases. Não vou aprofundar no assunto “como fazer assessoria”. Para quem não entende, vamos dizer que o press release é o produto final, basicamente um texto em que o assessor divulga o seu cliente.
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Blur Building – O Futuro das “smarts cities”
Suiça, Expo2002. Uma instalação conhecida como “blur building” foi construída. É uma plataforma composta por vários dispersores de água que geram uma grande nuvem borrada em cima dessa plataforma, causando assim, o efeito de não pertencimento a nenhuma dimensão, perde-se a noção de espaço, de profundidade, de altura e de largura, é a sensação de habitar o vazio, como na prisão do filme “THX 1138”.
Na verdade até agora nenhuma inovação, já que Fujiko Nakaya (consultora técnica e estética do blur building) já tinha feito um projeto parecido 1970 no Japão. O que existe de novo no blur building?
Antes de entrar na instalação as pessoas fazem um pequeno cadastro contendo algumas informações sobre os gostos e desgostos pessoais. Cadastro feito os visitantes recebem uma capa de chuva, pois dentro da instalação é água para todos os lados, essa capa de chuva não é uma capa qualquer, é uma wearable.
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Seu Tweet vale um centavo?
Hoje voltaremos ao assunto do Twitter, um tanto quanto freqüente ultimamente. Todos sabem que o Twitter é uma poderosa ferramenta de propaganda de massa, se bem utilizado. Já abordei o tema da propaganda viral por meio do spam em outro post, agora vamos ver uma novidade que está em estado BETA, à segunda “rodada” de testes que é quando o produto é lançado para testes para o público. Essa ferramenta se chama TwittePaga.
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Técnica e Subjetividade
Pensar a sociedade hoje sem pensar em tecnologia é, de certa forma, não compreendê-la por completo. A tecnologia está presente até mesmo em nossas simples atividades diárias. Logo, no campo da fotografia não seria diferente. Sendo ela uma técnica em si, esquecemos constantemente que fotografar não depende apenas do aparato tecnológico. Fotografia é, acima de tudo, a expressão de um olhar, de uma subjetividade.
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Que tal brincar de ser um jornalista?
Brincar de trabalhar. Essa é a proposta da série Imagine, que já produziu games que simulam o dia a dia de professora, detetive, ginasta e artista. A partir de março, o público alvo da série, o feminino, poderá contar com nova carreira: a de jornalista. Apesar dos videogames de última geração poderem simular a realidade com facilidade, Imagine Journalist, game para o portátil Nintendo DS, se propõe a colocar mais glamour na ocupação e inverte certas lógicas dela.
Sem precisar passar por nenhuma faculdade ou estágio, o jogador é convidado a começar sua carreira como colunista em um jornal regional para no final ser uma estrela internacional de televisão com seu programa próprio. Entre um e outro, o jornalista virtual tem uma vida profissional cheia de atribuições, como montar capas de revistas, tirar fotos, ir a coletivas de imprensa, entre outros.
O jogo também destaca os “acessórios jornalísticos”, como câmera e gravador; e a oportunidade de entrevistar “estrelas, políticos e atletas”. A sinopse encoraja: “Escreva suas melhores notícias revelando as fofocas mais quentes para seu público”.
A pré-venda desse game já começou em lojas do exterior. Custa 18 libras (cerca de R$ 50) em sites internacionais (sem contar o frete). Os envios devem começar dia 5 de março, segundo as lojas.
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A Construção de uma Identidade
Entrando na onda dos meus novos colegas de post, ao iniciarmos esta série de contribuições ao blog da Ecos Jr., creio que uma apresentação seja necessária. Infelizmente, eu mesma não me entendo.
No entanto, consigo afirmar com toda certeza: não sou jornalista, escritora ou blogueira profissional. Não tenho nenhuma experiência em escrever. Mas antes de pedir sua paciência e determinação em terminar esta leitura, digo que é graças ao acesso dos letrados ineptos como eu aos blogs que não é preciso ser jornalista, escritora ou blogueira profissional para escrever e publicar. Também não é mais preciso ser um especialista em um determinado assunto e, inclusive, para que determinar o assunto? Pois, afinal, a Internet é um grande hipertexto, interconectando informações e indivíduos de todos os tipos. Ler o resto do post »
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Blog + Twitter = receita de sucesso
Apesar da popularização do Twitter, o uso de blogs ainda é crescente. Ao contrário do que acreditavam, o espaço de 140 caracteres não substituiu o velho método de postagem, e sim complementou. Um exemplo disso é o jornalista Paulo Terron, editor da revista Rolling Stone Brasil. O cara tem um blog pessoal (o With Lasers!), no qual sempre publica informações do cenário musical e cinematográfico. E, além do seu twitter pessoal, ele também tem um twitter do blog, no qual posta notícias rápidas, mas que chamam o leitor a visitar o seu blog. Ler o resto do post »
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Nuestros Hermanos…
Aqui no Brasil começamos a entrar em clima de eleições, campanhas eleitores e promessas vazias. Nós já sabemos quem serão os candidatos a ocupar pelos próximos quatro anos o posto mais alto da política brasileira, e não esperamos muitas novidades quanto a isso. Agora pense da seguinte forma: Lula resolve dar um golpe propondo um terceiro mandato, e com o apoio popular, consegue. Para quem não sabe da história toda, foi mais ou menos isso que Hugo Chávez fez na Venezuela a 7 anos atrás. Hoje ele tem 11 anos no poder, seguidos.
Certo, até agora expliquei uma situação política da America que é algo vital para entender como uma população com sua liberdade cerceada pode ter uma voz forte através da internet, para ser mais preciso, blogs políticos anti-chavismo.
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O dia em que eu descobri que era redator
Mesmo antes de entrar na faculdade eu passava boa parte do meu tempo olhando propagandas. Tive a grande oportunidade de trabalhar em um jornal na minha cidade como diagramador, o que julgo ter sido decisivo para minhas escolhas futuras. Lá tive contato com publicitários e eu me perdia encantado em layouts simples, layouts incríveis e aqueles muitíssimo bem resolvidos.
Pronto. Eu queria ser diretor de arte.


